- O CEO Michael O’Leary estendeu seu contrato com a Ryanair até abril de 2032, em acordo que inclui um esquema de bônus que pode render mais de €150m (£130m).
- Se permanecer à frente do grupo até 2032, ele teria a opção de comprar 10 milhões de ações a €26.70 por ação, caso o lucro anual atinja €4 bilhões ou se o preço das ações ficar acima de €42 por 28 dias consecutivos.
- A Ryanair informou que a meta ambiciosa de resultados criaria valor adicional para acionistas, caso seja atingida.
- O presidente do grupo, Stan McCarthy, disse que o processo de extensão envolveu discussões com os maiores acionistas e foi concluído com O’Leary concordando em liderar o grupo pelos próximos seis anos.
- No ano passado, havia relatos de que O’Leary poderia receber bônus superiores a €100m, vinculados ao desempenho das ações acima de determinada marca por 28 dias.
Michael O’Leary ampliou seu contrato com a Ryanair até abril de 2032, em acordo que inclui um plano de bônus capaz de render mais de €150 milhões (cerca de £130 milhões) para o executivo.
Desde que assumiu a presidência, em 1994, a Ryanair passou de uma companhia regional a a maior empresa aérea de baixo custo da Europa.
Caso permaneça à frente do grupo até 2032, O’Leary terá a opção de comprar 10 milhões de ações a €26,70 cada, caso o lucro anual alcance €4 bilhões ou o preço das ações ultrapasse €42 por 28 dias consecutivos.
Detalhes do acordo
A Ryanair afirma que a realização desses alvos ambiciosos criaria valor adicional para todos os acionistas. O presidente do conselho, Stan McCarthy, informou que, na primavera, a diretoria iniciou as negociações com O’Leary sobre o contrato, que foi finalizado após ampla comunicação com os maiores acionistas.
O anúncio segue relatos anteriores de que O’Leary poderia receber bônus superiores a €100 milhões caso certos objetivos de desempenho fossem atingidos, incluindo recordes de preço das ações no ano passado.
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