- Levantamento da Comdinheiro/Nelogica aponta queda do volume de negociação na B3 nos dias de jogos do Brasil em três Copas: -51% em 2014, no Brasil; -22% em 2018, na Rússia; -27% em 2022, no Catar.
- O cálculo compara o volume nos dias de partidas com a média dos demais dias da Copa.
- Gestores adiam operações, traders reduzem o ritmo e o público investidor acompanha menos as negociações nesses dias.
- O estudo destaca que fatores de popularidade podem influenciar o comportamento de investidores locais, mesmo em um mercado impactado por macroeconomia e notícias globais.
- Nesta sexta-feira, Brasil x Haiti às 21h30, no Lincoln Financial Field; até as 14h35, o volume na B3 estava em R$ 12,2 bilhões, com efeito adicional do feriado Juneteenth nos EUA.
O volume negociado na B3 cai em dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo, aponta estudo da Comdinheiro/Nelogica. A análise usa as três Copas anteriores para comparar o desempenho do mercado com os dias sem partidas da seleção.
Entre 2014, 2018 e 2022, as quedas médias foram de 51%, 22% e 27%, respectivamente, quando o Brasil entrava em campo. Os percentuais levam em conta a diferença entre o volume de negócios em dias de jogos e a média dos demais dias do torneio.
Gestores costumam adiar operações e traders reduzem o ritmo nesses dias, enquanto o investidor pessoa física observa menos as negociações, aponta o estudo. A percepção é de que eventos populares influenciam o comportamento do mercado local.
Nesta sexta-feira, 19, o Brasil encara o Haiti às 21h30 no Lincoln Financial Field. Até as 14h35, o volume na B3 somava 12,2 bilhões de reais, com o feriado Juneteenth nos EUA contribuindo para liquidez mais baixa por lá.
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