- Em 2025, protestar dívidas de condomínio em cartórios cresceu 569% em relação a 2024.
- O total de dívidas enviado aos cartórios atingiu R$ 199 milhões.
- Síndicos recorrem aos cartórios para acelerar a recuperação de inadimplência e evitar impactos na manutenção dos condomínios.
- A prática também resulta na negativação do nome do morador inadimplente junto a instituições financeiras.
- Não há lei específica sobre prazos de atraso, mas é comum aceitar até três meses antes de medidas mais severas.
A prática de protestar dívidas de condomínio em cartórios ganha massa. Sindicatos de condôminos recorrem a esse caminho diante da inadimplência, buscando recuperação rápida de valores e preservação de serviços comuns.
Em 2025, o envio direto de débitos aos cartórios registrou alta de 569% em relação ao ano anterior. O montante total das dívidas encaminhadas atingiu 199 milhões de reais.
Os síndicos relatam desafios diários na cobrança, especialmente quando muitos moradores deixam de pagar as taxas. A inadimplência pode comprometer manutenções e serviços do prédio.
Por que adotado? A abordagem reduz o tempo de recuperação comparado a ações judiciais tradicionais e, além disso, resulta na negativação do nome do inadimplente em cadastros financeiros.
Entre na conversa da comunidade