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Avanço do luxo silencioso em Gramado ganha destaque

Gramado entra no Top dez mercados imobiliários do Brasil; VGV acima de R$ 420 milhões e superluxo de até R$ 37 mil por m², com BaumHaus de R$ 95,8 milhões em Planalto

BaumHaus, projeto de luxo da Saes Empreendimento, em Gramado
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  • Gramado entrou no Top 10 dos mercados imobiliários mais aquecidos do país, sendo a única cidade do Rio Grande do Sul nesse ranking, segundo a DWV.
  • O município movimentou mais de R$ 420 milhões em VGV; o metro quadrado médio dos lançamentos fica próximo de R$ 20 mil, chegando a R$ 37 mil no segmento superluxo.
  • A Saes Empreendimentos, de Santa Catarina, abriu operação no Rio Grande do Sul com o BaumHaus, no bairro Planalto, com VGV de R$ 95,8 milhões e investimento de R$ 60 milhões.
  • O projeto é do arquiteto Greg Bousquet e terá fachada com Yakisugi, técnica japonesa de madeira carbonizada que amplia durabilidade e reduz manutenção.
  • O diretor Erivelto Saes afirma que o mercado está mais maduro e que o comprador de alta renda busca ativos com assinatura global, sustentabilidade e resiliência econômica.

Gramado, na Serra Gaúcha, entrou no Top 10 dos mercados imobiliários mais aquecidos do Brasil, segundo a DWV. O recorte aponta movimentação de VGV acima de R$ 420 milhões e um metro quadrado médio de lançamentos perto de R$ 20 mil, com valores de até R$ 37 mil no segmento superluxo.

A cidade gaúcha permanece como a única no Rio Grande do Sul no ranking, que tem como destaques o eixo catarinense e Curitiba. Investidores buscam imóveis de alto padrão fora das grandes capitais, com demanda por ativos resilientes e com assinatura global.

BaumHaus marca entrada de catarinense no RS

A Saes Empreendimentos, de Santa Catarina, com mais de 50 anos no mercado, iniciou as obras do BaumHaus, no bairro Planalto, em Gramado. O projeto tem VGV estimado em R$ 95,8 milhões e investimento de R$ 60 milhões.

O empreendimento, que representa quase um quarto do mercado anual mapeado pela DWV em Gramado, é assinado pelo arquiteto Greg Bousquet. A fachada principal terá Yakisugi, técnica japonesa de madeira carbonizada, para maior durabilidade em áreas úmidas.

Erivelto Saes, diretor do grupo, afirma que o mercado amadureceu de forma consciente, com compradores de alta renda buscando ativos com sustentabilidade prática e resiliência à volatilidade econômica.

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