- O Bitcoin (BTC) sobe cerca de 2%, funcionando perto de US$ 65 mil, acompanhando o avanço dos índices acionários após o acordo entre EUA e Irã.
- Mercados de risco se recuperam, com bolsas na Europa e Nova York em alta, impulsionados pelo alívio geopolítico.
- Preços do petróleo e do ouro recuam, à medida que os recursos buscam ativos de maior risco com o cenário mais estável.
- O Federal Reserve manteve as taxas entre 3,50% e 3,75% e sinalizou possibilidade de alta ainda neste ano, fortalecendo expectativa de aperto monetário.
- Enquanto ETFs sofrem saídas expressivas, investidores de longo prazo alcançam nova máxima histórica de acumulação, dependendo da oscilação entre demanda por risco e oferta.
Diante do acordo entre Estados Unidos e Irã, os mercados de ativos de risco retomam a trajetória de alta nesta semana. O Bitcoin (BTC) acompanha a recuperação de índices acionários, com avanço de cerca de 2% nas primeiras horas do pregão nos EUA, perto de US$ 65 mil, conforme dados da Coingecko.
Enquanto o alívio geopolítico atrai capital para bolsas e criptomoedas, sinais de alta de juros nos EUA pesam sobre a consolidação do movimento. A recuperação de ativos de risco contrasta com quedas de petróleo e ouro, que recuam à medida que o apetite por risco aumenta.
Para especialistas, o clima atual é de dualidade: o petróleo ajuda a reduzir pressões inflacionárias, o que pode facilitar uma desaceleração da política monetária. Contudo, o banco central americano sinalizou elevada sustentada das taxas, com possibilidade de alta ainda neste ano.
Perspectivas de curto prazo
O Dollar e trez medidas de juros são centrais na leitura do momento. Analistas destacam que a disputa entre fluxos vendedores em ETFs de criptomoedas e a absorção de oferta por investidores de longo prazo mantém o Bitcoin em faixa estável, entre US$ 60 mil e resistência próxima de US$ 66 mil.
Especialistas apontam que a narrativa de consolidação permanece até que haja confirmação de rompimento das resistências. Enquanto isso, o apetite por risco pode sustentar o movimento de alta, desde que não haja reacendimento de tensões geopolíticas ou nova sinalização de aperto monetário.
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