- Ronaldo Caiado afirmou que o narcotráfico pode expulsar pessoas de bem da economia formal e comparou a situação à do México, com atuação de cartéis em setores formais.
- Em evento da Confederação Nacional da Indústria, ele disse que, se o Brasil continuar com o PT, pode ocorrer uma “mexicanização” da economia formal, com ocupação do espaço político e dos poderes.
- O ex-governador citou a entrada de organizações criminosas em setores como combustível e fintechs, citando a Operação Carbono Oculto, deflagrada em 2025 pela Receita Federal e pela Polícia Federal.
- Caiado alertou que esses grupos podem buscar influência no Congresso Nacional e no Poder Judiciário para manter a atuação criminosa.
- O evento contou com a presença dos pré-candidatos Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, que receberam propostas do setor apresentadas pela CNI.
No dia 22 de junho, o ex-governador de Goiás e pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado (PSD) participou de um evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e afirmou que o narcotráfico expulsa pessoas de bem da economia formal. Segundo ele, o Brasil estaria em risco de sofrer uma “mexicanização” caso o cenário político permaneça com o PT, o que ele entende como ocupação do espaço econômico, político e institucional pelos criminosos.
Caiado comparou a atuação de organizações criminosas no Brasil ao que ocorre no México, onde cartéis movem recursos significativos da economia formal. O presidenciável afirmou que o crime estaria se instalando nos setores produtivos para manter a sustentação de seus esquemas, ampliando a influência sobre o funcionamento do país.
Durante o evento, o ex-governador citou a entrada de organizações criminosas em áreas como combustível e fintechs, mencionando a relação com a recente Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025 pela Receita Federal e pela Polícia Federal. Ele afirmou que esses grupos também atuariam no Congresso Nacional e no Poder Judiciário, e reforçou críticas à permanência de estruturas favoráveis à criminalidade no curto prazo. Além dele, participaram Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, que receberam as propostas do setor para os próximos anos.
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