- Com a Selic em 14,25% ao ano, CDBs prefixados chegam a pagar até 16% ao ano; Tesouro Selic, fundos DI e fundos de crédito privado rendem próximo ou acima de 14% em diferentes prazos.
- Tesouro Selic: retorno entre 14,8% e 15,1% em doze meses; entre 6,9% e 7,1% em seis meses.
- Fundos DI: cerca de 6,98% em seis meses e 14,5% em doze meses; fundos de crédito privado: 6,65% em seis meses e 15,1% em um ano.
- CDBs atrelados ao CDI: remuneração próxima de 99% do CDI em prazos mais longos, com alguns papéis acima de 110% do CDI; títulos prefixados variam, com média de 13,6% ao ano em seis meses e 14,1% em 24 meses.
- CDBs indexados à inflação apresentam IPCA mais 8% ao ano; no longo prazo, diferenças entre produtos costumam ficar pequenas, e cabo com 24 meses: Tesouro Selic 2029 29,3%, crédito privado 28,84% e DI 27,74%.
- Além da rentabilidade, vale observar: CDBs contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos até 250 mil por instituição; Tesouro Selic tem liquidez diária e é considerado de menor risco; fundos de crédito privado trazem risco de crédito e taxas de administração; prefixados podem ajudar quem acredita numa queda dos juros; pós-fixados podem ser mais interessantes se a Selic permanecer alta.
Com a Selic em 14,25% ao ano, a renda fixa segue atraente para investidores. Um estudo da Quantum Finance comparou retorno de produtos como CDBs, Tesouro, fundos DI e crédito privado, apontando CDBs prefixados com até 16% ao ano em alguns prazos.
Segundo o levantamento, o Tesouro Selic, os fundos DI e os fundos de crédito privado apresentam rentabilidades próximas ou superiores a 14% em diferentes horizontes. A diferença entre as principais opções conservadoras é menor do que parece.
A pesquisa aponta que, no curto prazo, o Tesouro Selic rende entre 14,8% e 15,1% em 12 meses; em 6 meses, fica entre 6,9% e 7,1%. Os números variam conforme vencimento.
O que rende cada aplicação
Fundos DI registram retorno médio de 6,98% em 6 meses e 14,5% em 12 meses, segundo o estudo. Fundos de crédito privado apresentam 6,65% em 6 meses e 15,1% em 12 meses.
Nos CDBs atrelados ao CDI, a remuneração média fica próxima de 99% do CDI nos prazos mais longos, com papéis acima de 110% do CDI em alguns casos. Títulos prefixados variam conforme prazo: 13,6% ao ano em 6 meses e 14,1% em 24 meses, com picos de 16%.
CDBs indexados à inflação ficam em IPCA mais 8% ao ano, patamar elevado historicamente.
Perspectiva de longo prazo
Em horizontes maiores, as diferenças de desempenho tendem a diminuir. Em 24 meses, o Tesouro Selic 2029 projeta retorno de 29,3%. Fundos de crédito privado somam 28,84% e fundos DI, 27,74%.
Pontos a considerar além da rentabilidade
Embora CDBs marquem taxas elevadas, é preciso avaliar outras características. O FGC garante jusqua 250 mil por instituição para CDBs, enquanto o Tesouro Selic tem liquidez diária e é considerado o investimento de menor risco, com garantia do governo.
Nos fundos de crédito privado, o retorno depende da carteira de títulos de empresas e pode envolver risco de crédito e taxas de administração.
Para quem aposta em queda de juros, títulos prefixados podem travar taxas altas no longo prazo. Se a Selic permanecer alta, os investimentos pós-fixados podem ganhar atratividade.
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