- Safra 2025/26 teve produção de açúcar de 713,4 mil toneladas, 36% acima da safra anterior, representando 56,4% do mix de produção.
- Processamento total de cana foi de 9,6 milhões de toneladas, com EBITDA ajustado de R$ 1,2 bilhão (+7,3%) e margem operacional de 42,2%; lucro líquido de R$ 22,6 milhões (+212,6%).
- Receita operacional bruta atingiu R$ 3,3 bilhões; exportações de açúcar alcançaram R$ 681,9 milhões, elevação de 67,2%.
- Caixa e equivalentes somaram R$ 1,8 bilhão; dívida líquida ficou em R$ 1 bilhão, queda de 11,5%, e a alavancagem caiu para 0,8x.
- Ampliação da unidade de Palestina (SP) aumentou a flexibilidade entre açúcar e etanol, com a marca Caravelas mantendo liderança no varejo de açúcar.
O Grupo Colombo encerrou a safra 2025/26 com produção de açúcar em patamar recorde e melhora de rentabilidade, mesmo com menor disponibilidade de cana-de-açúcar e maior volatilidade nos mercados. A empresa registrou EBITDA ajustado de R$ 1,2 bilhão e margem operacional de 42,2%, enquanto o lucro líquido ficou em R$ 22,6 milhões.
Durante o ciclo, a companhia processou 9,6 milhões de toneladas de cana e houve ganho relevante na produção de açúcar, que atingiu 713,4 mil toneladas — alta de 36% e o maior volume já produzido pela empresa. O açúcar passou a representar 56,4% do mix, frente a 39,3% no ciclo anterior.
A estratégia passou pela elevação da participação do açúcar no processamento, apoiada pela expansão da capacidade da unidade de Palestina (SP), que ampliou a flexibilidade entre açúcar e etanol. A receita operacional bruta somou R$ 3,3 bilhões no período, com exportações de açúcar em R$ 681,9 milhões (+67,2%).
Estrutura financeira e operações
O caixa e equivalentes fecharam em R$ 1,8 bilhão, incremento de 27,7%. A dívida líquida recuou para R$ 1 bilhão, queda de 11,5%, reduzindo a alavancagem de 1,0x para 0,8x. O Grupo Colombo atua há mais de 80 anos com três unidades no interior paulista: Ariranha, Palestina e Santa Albertina.
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