- Desemprego na Argentina ficou em 7,8% no primeiro trimestre de 2026, 0,3 ponto percentual acima do quarto trimestre de 2025 e 0,1 p.p. abaixo do mesmo período de 2025.
- Aproximadamente 1,1 milhão de pessoas estavam desempregadas nas 31 aglomerações urbanas pesquisadas.
- A População Economicamente Ativa soma 14,6 milhões, em um universo de 30,1 milhões de habitantes cobertos pelo levantamento.
- Principais indicadores do mercado de trabalho: taxa de atividade em 48,6%, taxa de emprego em 44,8%, informalidade em 44,2% e subocupação em 11,1%.
- Regiões apresentam desigualdade: Grande Buenos Aires tem 8,7% de desemprego; Noroeste, 4,9%.
O desemprego na Argentina ficou em 7,8% no primeiro trimestre de 2026, segundo o Indec. A divulgação ocorreu nesta segunda-feira, 22 de junho de 2026. A leitura aponta estabilidade perto do mesmo periodo de 2025, quando a taxa era 7,9%. Já frente ao quarto trimestre de 2025, houve alta de 0,3 ponto percentual.
O levantamento aponta cerca de 1,1 milhão de desempregados nas 31 aglomerações urbanas pesquisadas. A População Economicamente Ativa soma 14,6 milhões, em um universo de 30,1 milhões de habitantes abrangidos pelo estudo.
Indicadores do mercado de trabalho argentino
A taxa de atividade ficou em 48,6%, estável frente ao 1º tri de 2025. A taxa de emprego foi de 44,8%, contra 44,4% no mesmo período do ano anterior. A informalidade atingiu 44,2%, com alta de 2,2 pontos percentuais em 12 meses. Subocupação chegou a 11,1%, em alta de 1,1 ponto.
Desempenho por região e grupo
A comparação anual não mostrou mudanças significativas nas taxas de atividade, emprego e desocupação. Entretanto, a informalidade e a subocupação apresentaram aumentos relevantes. O desemprego atinge jovens com mais intensidade, especialmente mulheres de 14 a 29 anos (15,5%), frente 14,6% entre homens do mesmo grupo etário.
Entre homens de 30 a 64 anos, a taxa é de 5,2%. Regionalmente, a Grande Buenos Aires apresenta a maior taxa (8,7%), enquanto o Noroeste registra o menor índice (4,9%).
Metodologia e alcance da pesquisa
Os dados vêm da Encuesta Permanente de Hogares (EPH), que mede trimestralmente 31 aglomerados urbanos. O levantamento referente ao 1º tri de 2026 foi realizado entre 21 de dezembro de 2025 e 14 de março de 2026.
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