- Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve, morreu aos 100 anos nesta segunda-feira, 22, conforme anúncio de Andrea Mitchell, correspondente-chefe da NBC News em Washington.
- Ele comandou o banco central dos EUA de 1987 a 2006, sob quatro presidentes de diferentes partidos.
- A família informou que a morte ocorreu em casa, devido a complicações da doença de Parkinson.
- Seu mandato coincidiu com período de prosperidade e ficou marcado pela desregulamentação financeira e debates sobre bolhas de ativos e empregos.
- Greenspan é considerado um dos principais formuladores de políticas econômicas da sua época, ícone do capitalismo de mercado pós-Guerra Fria.
Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve, morreu aos 100 anos nesta segunda-feira, 22. A informação foi anunciada por Andrea Mitchell, correspondente-chefe da NBC News, em Washington. A família informou que a morte ocorreu em casa, devido a complicações da doença de Parkinson.
Greenspan liderou o banco central dos EUA entre 1987 e 2006, sob quatro presidentes de diferentes partidos. Durante quase duas décadas, ele guiou políticas que favoreceram o mercado e a prosperidade, segundo a visão dominante da era.
O legado do economista é visto como uma defesa da desregulamentação e da confiança nas forças de mercado. Críticos apontam impactos da era dele, como riscos de crises financeiras e desajustes no emprego em ganhos de produtividade.
Legado e contexto
Greenspan foi, por décadas, considerado influente na formulação de políticas econômicas. Sua atuação é associada a uma fase de forte crescimento, mas também a debates sobre regulação financeira e impactos sociais.
O falecimento marca o fim de uma dos mais proeminentes figuras da economia norte-americana do final do século XX e início do XXI, cujo papel gerou tanto apoio quanto controvérsia na condução da política monetária.
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