- A primeira fase da ferrovia estadual de Mato Grosso tem cento e sessenta e dois quilômetros de extensão, com onze viadutos e pontes, inaugurada no fim de semana.
- O projeto Senador Vicente Emílio Vuolo é resultado de parceria entre a Rumo e o Governo de Mato Grosso, cuja autorização foi assinada em dois mil e vinte um; a obra completa terá setecentos e quarenta e três quilômetros de trilhos, com conclusão prevista para 2030.
- O terminal de Dom Aquino, ligado à BR-070, terá capacidade de até dez milhões de toneladas de cargas por ano a partir do próximo ano, com capacidade de descarregar até trinta e cinco caminhões por hora e carregar dezesseis vagões por hora.
- A ferrovia ligará Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, com ramal até Cuiabá, e será integrada à malha da Rumo, que atua em cerca de nove estados e envolve dezoito mil quilômetros de trilhos, passando por dezesseis municípios.
- O custo da primeira fase foi superior a cinco bilhões de reais, com dois bilhões de reais vindos do BNDES; o custo total estimado da obra pode chegar a até quinze bilhões.
A Ferrovia Estadual de Mato Grosso iniciou neste mês as operações em fase de testes, após a abertura ao tráfego da primeira etapa, que soma 162 quilômetros. O projeto, chamado oficialmente Senador Vicente Emílio Vuolo, busca escoar a produção de grãos do estado para o porto de Santos, via a malha paulista.
A obra é fruto de parceria entre a Rumo e o Governo de Mato Grosso, com autorização assinada em 2021. A primeira fase envolve 11 viadutos e pontes, além da conexão entre o terminal de Dom Aquino e o endereço da BR-070. Mais de 5 mil trabalhadores participaram da etapa.
A rota da fase pioneira passa por 16 municípios entre Rondonópolis e Lucas do Rio Verde, com ramal até Cuiabá. O terminal de Dom Aquino ocupa 200 hectares, com capacidade de descarregar 35 caminhões por hora e carregar 16 vagões a cada 60 minutos.
A conclusão total da ferrovia está prevista para 2030, quando a malha total terá 743 quilômetros. O projeto inclui um custo estimado de até R$ 15 bilhões, com R$ 2 bilhões financiados pelo BNDES.
O objetivo é oferecer um corredor para o escoamento da safra até a malha paulista, integrando a logística estadual a nove estados. O terminal de Dom Aquino deverá ampliar sua relevância a partir de 2024, com maior fluxo de cargas.
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