- As negociações entre Estados Unidos e Irã avançaram na Suíça, com acordo sobre um mecanismo para fim das operações militares no Líbano; Trump afirmou que a suspensão depende do Irã em relação ao Hezbollah.
- Bolsas da Ásia fecharam em alta e o petróleo iniciou o dia com baixa; Brent caiu para US$ 79,19 por barril e WTI, US$ 75,34.
- Investidores aguardam a ata da última reunião do Copom, que será divulgada às oito da manhã de amanhã, para entender as impressões do Banco Central.
- Também entram na agenda o IPCA-15 de junho e dados de emprego, com divulgação marcada para sexta-feira, 26 de junho.
- O anúncio da renúncia do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, adiciona incerteza no cenário político global, potencialmente impactando mercados.
A semana começa com o mercado de olho nas negociações sobre o fim da guerra, especialmente entre Estados Unidos e Irã, que avançaram no fim de semana. Há expectativa sobre impactos no mercado e sobre o conteúdo da ata do Copom que sai amanhã.
Enquanto o conflito ganha contorno, investidores aguardam o IPCA-15 e dados de emprego, ambos movimentam a inflação e o mercado de trabalho. O cenário global recebe ainda o sinal de renúncia no Reino Unido, que aumenta a incerteza.
Trâmites finais para o fim da guerra
As negociações entre EUA e Irã ocorreram na Suíça, com acordo sobre fim de operações no Líbano. Trump publicou que a suspensão depende do governo iraniano e do Hezbollah. Bolsas asiáticas operaram em alta; petróleo recuou.
Perspectivas de mercado
O Nikkei subiu 1,55%, a 72.353,96 pontos, e o Kospi avançou 0,69%, a 9.114,55. Hang Seng caiu 0,65%, para 23.768,52. Xangai Composto subiu 1,78%, a 4.163,09.
Preços do petróleo
Brent caía 1,71%, a US$ 79,19 por barril. WTI recuava 1,59%, a US$ 75,34. Movimentos amplos do câmbio e da demanda ajudam a calibrar o preço.
O que esperar da semana
Investidores analisam a ata do Copom, com atenção às impressões sobre a política monetária. A divulgação do IPCA-15 é aguardada para esclarecer pressões inflacionárias. Dados de emprego saem na sexta-feira.
Contexto político global
Keir Starmer anunciou a renúncia ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, citando críticas do Partido Trabalhista. O pleito interno para a liderança pode criar ruídos políticos, potencialmente refletidos nos mercados.
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