- O financiamento climático global atingiu mais de US$ 2 trilhões pela primeira vez, mas ainda está abaixo do que é considerado necessário.
- Apesar da desaceleração, a verba destinada a energias limpas teve alta de 17% em 2024.
- A evolução ocorre em meio às discussões sobre quem deve arcar com os investimentos para enfrentar o aquecimento global, tema constante nas COPs.
- A notícia é da Folhapress, com divulgação associada a contratos de imprensa internacional.
A financiamento climático global ultrapassou a marca de US$ 2 trilhões pela primeira vez, mas permanece abaixo do nível considerado necessário para conter o aquecimento. O dado reflete o total destinado a ações climáticas em 2024.
Segundo a organização analisada, o montante total inclui investimentos em energias limpas, infraestrutura resiliente, adaptação e redução de emissões. Ainda assim, a soma não atende às metas acordadas internacionalmente.
Apesar da desaceleração, houve aumento. O aporte direcionado a energias limpas cresceu 17% em 2024, em comparação com o ano anterior, indicando recuperação no ritmo de investimentos verdes.
A análise aponta que a distância entre o que é investido e o que ainda é considerado suficiente continua grande. A discussão sobre quem financia as ações climáticas permanece central em fóruns globais.
As informações foram divulgadas por uma organização internacional de financiamento climático, com base em dados compilados ao longo de 2024. O objetivo é monitorar o fluxo financeiro mundial.
Fonte: Folhapress
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