- O governo vai enviar mais quatro projetos ferroviários ao Tribunal de Contas da União nos próximos meses, após atrasos no cronograma.
- Os projetos são: Corredor Ferroviário Leste-Oeste, os três lotes da Malha Sul, a ferrovia Açailândia (MA)–Barcarena (PA) e a concessão de passageiros entre Luziânia (GO) e Brasília.
- A carteira atual tem oito projetos para este ano, mas dois leilões podem ficar para 2027 devido aos atrasos.
- O primeiro leilão do ano, previsto para abril, pode ocorrer apenas quando houver aprovação pelo TCU; o governo trabalha para o leilão da EF-118 em setembro, com edital até 30 de junho para manter o cronograma.
- Atualmente, quatro projetos já sob análise do TCU são Minas-Rio, Malha Oeste, EF-118 e Ferrogrão; expectativa é de deliberação nos próximos meses.
O Ministério dos Transportes pretende encaminhar ao TCU, nos próximos meses, mais quatro projetos ferroviários, após atrasos no cronograma. O primeiro leilão deste ano estava previsto para abril.
Entre os motivos, a pasta cita ajustes no planejamento e necessidade de documentações. Os projetos a serem enviados são o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, os três lotes da Malha Sul, a ferrovia Açailândia (MA)-Barcarena (PA) e a concessão ferroviária de passageiros Luziânia (GO) a Brasília.
O Leste-Oeste é considerado estratégico, conectando Lucas do Rio Verde (MT) ao Porto Sul, em Ilhéus (BA). A proposta integra a Fico e a Fiol para ampliar o escoamento de produção do Centro-Oeste.
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- Os três lotes da Malha Sul abrangem Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, hoje operados pela Rumo, com nova modelagem de concessão para modernização.
- Açailândia-Barcarena visa ligar a Ferrovia Norte-Sul ao Porto de Vila do Conde, ampliando o acesso ao Arco Norte para grãos, fertilizantes e combustíveis.
- Luziânia-Brasília utilizará infraestrutura existente para atender o Entorno Sul do DF, com maior fluidez de deslocamento diário.
Hoje, quatro projetos já estão sob análise do TCU: Minas-Rio, Malha Oeste, EF-118 e Ferrogrão. Santoro afirmou que a deliberação deve ocorrer nos próximos meses, após inauguração da Ferrovia Estadual do Mato Grosso.
A Ferrogrão é apontada como prioridade de investimentos para 2026, mas o cronograma depende de estruturação financeira. O ministro afirmou que o projeto já teve todos os documentos encaminhados ao TCU.
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O governo manteve a carteira de oito projetos, porém o cronograma foi adaptado. O primeiro leilão, antes previsto para abril, pode ocorrer apenas em setembro, com EF-118. O edital precisa ser publicado até 30 de junho para manter o prazo.
Segundo Santoro, parte da carteira pode ficar para 2027, especialmente os três lotes da Malha Sul e a Açailândia-Barcarena, que apresentam maior chance de postergação. A previsão atual prevê cinco leilões ainda em 2026.
A agenda oficial estabelece EF-118 em setembro, Minas-Rio em outubro, Malha Oeste em novembro e Ferrogrão e Leste-Oeste em dezembro. A reportagem viajou a convite da Rumo.
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