- Leonardo Maria Del Vecchio, herdeiro da Luxottica, busca adquirir 25% da Delfin dos irmãos Luca e Paola Del Vecchio, em operação avaliada em cerca de € 10 bilhões (aproximadamente R$ 59,2 bilhões).
- A movimentação ocorre no contexto da disputa pela sucessão do patrimônio deixado por Leonardo Del Vecchio, morto em 2022.
- A Delfin é a principal holding da família, com participação na EssilorLuxottica (controladora de Ray‑Ban e Oakley) e investimentos em grandes instituições europeias.
- Entre os ativos financeiros, a Delfin tem participação na Generali, UniCredit e Banca Monte dei Paschi di Siena.
- O financiamento da negociação envolve bancos como UniCredit, BNP Paribas e Crédit Agricole.
A disputa entre herdeiros da Luxottica ganhou novo capítulo. Leonardo Maria Del Vecchio intensificou a ofensiva para ampliar sua influência no império criado pela família. Ele busca adquirir 25% da participação dos irmãos Luca e Paola Del Vecchio na Delfin, holding da família.
A operação está avaliada em cerca de € 10 bilhões, equivalente a aproximadamente R$ 59,2 bilhões na cotação atual. A negociação ocorre no contexto de disputas pela sucessão do patrimônio deixado por Leonardo Del Vecchio, falecido em 2022.
A Delfin é a principal holding da família e controla participação relevante na EssilorLuxottica, proprietária de marcas como Ray-Ban e Oakley. A holding também tem investimentos em bancos europeus estratégicos.
Envolvidos e objetivos
Leonardo Maria Del Vecchio lidera a ofensiva para ampliar influência sobre o grupo. Os irmãos Luca e Paola Del Vecchio disputam parte do controle da Delfin, que concentra ativos de grande valor.
Financiamento e parceiros
Para viabilizar a aquisição, o empresário conta com apoio de instituições financeiras. Entre os bancos envolvidos na estruturação do financiamento estão UniCredit, BNP Paribas e Crédit Agricole.
A operação ocorre em meio a incertezas sobre governança e eventual reconfiguração de ativos estratégicos na Europa, com desdobramentos esperados para o setor de luxo e ótica.
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