- Portos públicos do Rio Grande do Sul movimentaram 17.594.287 toneladas entre janeiro e maio de 2026, alta de 5,15% em relação ao mesmo período de 2025.
- O Porto do Rio Grande respondeu por 17.003.836 toneladas, alta de 5,3% em relação ao ano anterior.
- Milho subiu 77,9%, totalizando mais de 1,39 milhão de toneladas; a celulose registrou 1,97 milhão de toneladas, alta de 15,18%; a soja em grão somou 1,88 milhão de toneladas.
- Pelotas movimentou 434.744 toneladas nos cinco meses, com destaque para o fluxo interno de toras de madeira; Porto Alegre atingiu 155.707 toneladas, alta de 41,6% ante 2025.
- O sistema recebeu 1.550 embarcações entre janeiro e maio de 2026, segundo a Portos RS.
Nos portos públicos do Rio Grande do Sul registrou-se a maior movimentação de cargas para o período nos últimos dez anos. Entre janeiro e maio de 2026, Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre somaram 17.594.287 toneladas, alta de 5,15% ante o mesmo intervalo de 2025. O resultado reforça o papel do sistema portuário como motor da economia gaúcha.
O Porto do Rio Grande foi o principal propulsor, respondendo por 17.003.836 toneladas, crescimento de 5,3% na comparação anual. Milho teve o maior avanço entre as commodities, com alta de 77,9%, atingindo 1,39 milhão de toneladas. Também houve elevação de celulose (15,18%, 1,97 milhão) e soja em grão (1,88 milhão).
O Porto de Pelotas movimentou 434.744 toneladas nos cinco primeiros meses, puxado pelo escoamento de toras para a indústria de celulose. O Porto de Porto Alegre totalizou 155.707 toneladas, salto de 41,6% frente a 2025. Ao todo, 1.550 embarcações passaram pelo sistema entre janeiro e maio de 2026.
Desempenho por terminal e principais cargas
O governo estadual aponta que o conjunto dos terminais gaúchos confirma a posição do Rio Grande do Sul como importante hub logístico. O desempenho é visto como reflexo da eficiência operacional e da gestão da Portos RS, com impactos esperados na atratividade de investimentos.
Segundo o presidente da Portos RS, Fábio Machado, os números históricos comprovam a capacidade de absorção da demanda. Ele ressalta que a eficiência logística eleva a competitividade externa e facilita novos investimentos industriais e de infraestrutura no estado.
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