- A Seleon projeta crescimento de 15% a 20% em 2026, impulsionado pela inseminação artificial, valorização do bezerro e expansão das exportações de material genético brasileiro, e hoje responde por cerca de 20% do sêmen bovino produzido no país.
- A empresa mantém 140 touros importados dos Estados Unidos, com concentração nas raças Angus, Holandês e Jersey; no segmento Angus, foram produzidas cerca de 1 milhão de doses de sêmen nos últimos 12 meses, crescimento acima de 100% frente ao período anterior.
- No leite, a expansão foi expressiva, com alta superior a 50% no volume de sêmen da raça Holandesa comercializado no último ano.
- Para atender a demanda, a Seleon amplia a estrutura produtiva, aumentando piquetes, capacidade da central e investindo em novos equipamentos.
- No exterior, a empresa exporta para mais de 35 países; as exportações de sêmen zebuíno quase dobraram no último ano, respondendo por cerca de 30% do volume produzido pela companhia, com destaque para Raças como Girolando.
A Seleon projeta crescer entre 15% e 20% no volume de negócios em 2026, puxada pela expansão da inseminação artificial, valorização do bezerro e avanço das exportações de genética bovina. A empresa já domina parte relevante do mercado brasileiro.
Segundo Bruno Grubisich, diretor da empresa, a Seleon tem apresentado desempenho acima da média do setor e hoje responde por cerca de 20% do sêmen bovino produzido no Brasil. A liderança é destacada pela participação de mercado.
A companhia mantém 140 touros importados dos EUA, concentrando raças como Angus, Holandês e Jersey. No segmento Angus, foram produzidas cerca de 1 milhão de doses de sêmen nos últimos 12 meses, com crescimento superior a 100%.
Para atender à demanda, a Seleon amplia estruturas. A cada ano, aumenta piquetes, amplia a central e investe em equipamentos para acompanhar o crescimento da produção. A inseminação artificial é vista como motor da modernização.
Perspectiva de mercado e demanda
A valorização da pecuária brasileira impulsiona o uso de genética superior, com o preço do bezerro refletindo esse ganho tecnológico. Técnicas como transferência de embriões fortalecem a competitividade do semen brasileiro.
A genética brasileira encontra espaço internacional. A empresa exporta para mais de 35 países e está habilitada a atender a maioria dos mercados que importam genética bovina. Aproximadamente 30% do volume exportado é produzido pela Seleon.
Entre os materiais mais procurados estão Nelore, Gir Leiteiro e Girolando, este último ganhando destaque por combinar alta produtividade leiteira com adaptação tropical. Missões internacionais apontam a procura pelo Girolando.
A diretoria estima continuidade do ritmo de expansão. A inseminação artificial cresce entre 10% e 15% ao ano, e o Brasil tende a se tornar hub mundial de genética para pecuária tropical, segundo Grubisich.
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