- O Stoxx 600 fechou em alta, 0,66%, aos 639,81 pontos; o FTSE 100 subiu 0,72% e o Dax ganhou 0,62%, enquanto o CAC 40 caiu 0,25%.
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- O setor de luxo europeu recuou 2,54%, após fortes ganhos recentes; automóveis e montadoras perderam 0,52%, mas reduziram perdas.
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- O petróleo recuou forte, com sinais de avanço nas conversas entre Estados Unidos e Irã, após ataques ao Líbano ampliarem o alívio nos preços.
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- O mercado recebeu de forma majoritariamente tranquila a saída de Keir Starmer da premiê do Reino Unido; a libra avançou e os gilts recuaram.
- Analistas destacam que ainda não houve clareza sobre o que o próximo governo britânico fará, mantendo o tom de cautela entre os investidores.
O Stoxx 600 fechou em novo recorde, em meio a altas nas bolsas europeias, com exceção da Bolsa de Paris, pressionada pelo desempenho do setor de luxo. O recuo do petróleo e sinais de avanço nas negociações entre EUA e Irã contribuíram para o apetite por risco, em meio ao fim do mandato de Keir Starmer no Reino Unido.
O índice pan-europeu fechou em alta de 0,66%, aos 639,81 pontos. O FTSE 100, em Londres, subiu 0,72% e ficou em 10.437,85 pontos. O Dax, de Frankfurt, ganhou 0,62%, atingindo 25.149,69 pontos. O CAC 40, em Paris, caiu 0,25%, aos 8.400,11 pontos.
Mercados europeus em alta
O setor de luxo recuou 2,54%, após ganhos recentes, arrastando o desempenho de parte da área. Automóveis e montadoras registraram queda menor, de 0,52%, devolvendo parte de perdas anteriores.
Petróleo, Irã e reação ao fim de Starmer
O petróleo apresentou forte recuo, com sinais de progresso nas tratativas entre EUA e Irã. A venda de petróleo iraniano ganhou espaço, contribuindo para o alívio dos preços da commodity. O fim do mandato de Starmer gerou reação relativamente suave nos ativos britânicos.
Reação no Reino Unido
A libra esterlina avançou frente ao dólar, e os rendimentos dos Gilts recuaram, sinalizando confiança moderada dos investidores. A expectativa é de que Andy Burnham seja o próximo primeiro-ministro, mas o mercado aguarda clareza sobre as políticas futuras. Tom Stevenson, da Fidelity, afirmou que há cautela até maiores detalhes sobre o governo.
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