Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasil renova cota de importação para veículos elétricos sem imposto

Gecex renova cota zero de importação de veículos elétricos semi montados e desmontados, acima de US$ 460 milhões, enquanto montadoras nacionais contestam a medida

Em 2025, foi estabelecido o prazo para o fim das cotas para fevereiro deste ano - (crédito: Fotos: Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • O Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior renovou a cota de importação com alíquota zero para veículos elétricos semi montados e desmontados, com efeito a partir de julho.
  • O volume de importações isentas de impostos deve superar US$ 460 milhões.
  • A medida busca alinhar a política comercial a estratégias de renovação de frota, inovação e redução de emissões no setor automotivo.
  • Veículos elétricos totalmente montados ficam fora da cota e continuam sujeitos às regras de tributação; quotas anteriores tinham prazo de fim em fevereiro de 2025.
  • Montadoras nacionais, incluindo a Ação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), criticam a medida, afirmando que prejudica trabalhadores e empresas brasileiras, e citam descolamento com planos de investimento.

A Câmara de Comércio Exterior renovou nesta terça-feira (23/6) a cota de importação com alíquota zero para veículos elétricos semi montados e desmontados. A medida vale a partir de julho, mantendo um volume de importações isentas estimado em mais de US$ 460 milhões.

Segundo o Gecex, a iniciativa alinha a política comercial com objetivos de renovação da frota, estímulo à inovação e redução das emissões no setor automotivo. Veículos elétricos totalmente montados continuam fora da cota e seguem as regras de tributação vigentes.

A renovação ocorre em meio a debates sobre o futuro do setor. Montadoras nacionais criticaram a decisão, citando impactos sobre trabalhadores, fabricantes locais e a cadeia de autopeças.

Reação do setor

A Anfavea afirmou que a decisão preocupa o setor produtivo e foi adotada sem consulta aos players da indústria. O sindicato destaca que planos de investimento já haviam sido ajustados com base na política anterior.

A associação também aponta manifestações de trabalhadores e entidades empresariais contrárias à ampliação da importação de veículos. A BYD foi citada como potencial interessada, mas não há confirmação de impactos diretos no curto prazo.

Impactos previstos

Especialistas avaliam que a medida pode manter a competitividade de importados de fora, enquanto o setor nacional busca manter competitividade e inovação. O governo não detalhou cronogramas adicionais nem ajustes futuros na política de cotas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais