- O turismo brasileiro fechou 2025 com faturamento de 23,96 bilhões de reais e 9,71 milhões de embarques, mantendo aproximadamente cinco por cento de crescimento frente ao ano anterior.
- O consórcio de serviços ganhou espaço como alternativa para planejar viagens sem juros, com crescimento superior a trinta por cento no volume de créditos nos últimos dois anos, segundo a ABAC.
- O funcionamento é similar ao de consórcios de imóveis ou veículos: o consumidor adere a um plano, paga mensalidades e, ao ser contemplado, utiliza o crédito para contratar serviços como passagens, hospedagem, pacotes, cruzeiros e intercâmbios.
- Entre janeiro e maio deste ano, o volume de créditos para serviços cresceu cinquenta por cento comparado ao mesmo período de 2024, com ticket médio de cerca de vinte e dois mil reais.
- Casos como o de Felipe Leitão, do Rio de Janeiro, mostram o consórcio facilitando viagens internacionais após contemplação, incluindo roteiro europeu em menos de três meses.
O turismo brasileiro avançou em 2025, com records de faturamento e mais passagens vendidas. Dados da Braztoa indicam 23,96 bilhões de reais em receita, crescimento de cerca de 5% frente ao ano anterior, e 9,71 milhões de embarques.
O aumento do movimento ocorre em meio a planejamento financeiro mais robusto. Nesse cenário, o consórcio de serviços ganhou espaço como opção para custear viagens sem juros e com parcelas previsíveis, conforme a ABAC.
Segundo a ABAC, o volume de créditos para consórcios de serviços cresceu acima de 30% nos últimos dois anos, refletindo demanda por soluções que combinam orçamento com possibilidade de utilização rápida.
A Ademicon, administradora do produto, aponta que o crédito liberado permite pagar passagens, hospedagem, pacotes, cruzeiros, intercâmbios e aluguel de veículos. A validação fica a cargo da administradora.
O perfil de interessados envolve desde famílias que planejam férias até quem busca intercâmbios, lua de mel ou roteiros internacionais complexos, destacando a flexibilidade da modalidade.
Entre janeiro e maio deste ano, a Ademicon registrou alta de 50% no volume de créditos de serviços em comparação ao mesmo período de 2024. O ticket médio fica em torno de 22 mil reais.
Caso emblemático mostra o funcionamento do sistema. Felipe Leitão, do Rio de Janeiro, comprou duas cotas, foi contemplado por lance e viajou pela Europa em 14 dias, com roteiro que incluiu Roma, Praga, Edimburgo, Grindelwald e Paris.
O relato indica que o consórcio facilita o início do planejamento, abrindo caminho para viagens internacionais com antecedência e organização financeira, sem juros.
Com o turismo em alta, especialistas projetam que o consórcio de serviços continue ganhando aderentes, mantendo o equilíbrio entre planejamento financeiro e realização de viagens.
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