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Dólar sobe para R$ 5,18 após ata do Copom

Dólar abre em alta para R$ 5,18 após a ata do Copom, com tensões no Oriente Médio elevando volatilidade e demanda por ativos de proteção

Apesar da valorização da moeda norte-americana, o Ibovespa teve resultado positivo, e subia 0,22% por volta das 12h55, aos 170.767 pontos. - (crédito: Steven Depolo)
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  • O dólar operou em alta e está em torno de R$ 5,18, com alta de cerca de 0,78% nesta terça-feira (23/6).
  • O índice DXY, que mede o dólar frente a seis moedas, avançou 0,27%, para 101,29 pontos.
  • Entre emergentes, o dólar subiu 0,71% frente ao peso mexicano e 0,51% ante o rand sul-africano.
  • O Ibovespa, principal índice da B3, reagiu positivamente e subiu cerca de 0,22%, aos 170.767 pontos, por volta das 12h55.
  • A ata do Copom manteve a avaliação de riscos inflacionários predominantes e sinalizou cautela na política monetária, com inflação estimada em 5,2% para 2026 e 3,7% no quarto trimestre de 2027.

O dólar abriu em alta nesta terça-feira (23/6), chegando a R$ 5,18 por volta das 13h, com valorização de 0,78%. O movimento foi impulsionado pela ata do Copom e pelos impactos da guerra no Oriente Médio.

Na ata, o Banco Central aponta ambiente externo adverso para economias emergentes. Conflitos regionais e incertezas sobre a política econômica dos EUA elevam a volatilidade e pressionam commodities globalmente.

O mercado interpretou a leitura como sinal de cautela na condução da política monetária, levando investidores a buscar ativos mais seguros. O índice DXY avançou 0,27%, para 101,29 pontos.

  • Dólar em relação a emergentes: frente ao peso mexicano, alta de 0,71%; frente ao rand sul-africano, +0,51%.

Mercado de ações segue em alta

Apesar da alta do dólar, o Ibovespa ganhou fôlego e subiu 0,22%, aos 170.767 pontos, por volta das 12h55. A leitura do Copom manteve a visão de riscos inflacionários predominantemente altistas.

As projeções oficiais indicam inflação de 2026 em 5,2%, acima do teto da meta, e 2027 em 3,7%, para o horizonte considerado relevante pela política monetária.

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