- A partir de 1º de julho entra em vigor uma taxa de €3 sobre itens com valor inferior a €150.
- A medida mira mercadorias da China vendidas por sites como Shein e Temu, buscando conter o fluxo de itens de baixo custo.
- A cobrança aumenta a fricção comercial entre a União Europeia e a China.
- Consumidores da UE verão o aumento nos custos de compras online na próxima semana.
O bloco europeu de comércio confirmou a criação de uma cobrança para compras online realizadas por meio de vendedores externos. A nova taxa visa itens com valor abaixo de €150 e entra em vigor no dia 1º de julho. O imposto é de €3 por pedido, aplicado a mercadorias importadas.
A medida envolve o conjunto de Estados-Membros da União Europeia e afeta consumidores que compram em sites internacionais, especialmente de origem chinesa. A cobrança é prevista para reduzir o fluxo de mercadorias de baixo custo vindas de fora da UE.
A justificativa formal é conter práticas de precificação agressiva de lojas estrangeiras e proteger a cadeia logística europeia. Empresas de comércio eletrônico com operações na UE precisarão repassar ou recolher o imposto conforme as regras locais.
Impactos esperados
Analistas apontam aumento imediato nos custos para compras abaixo de €150. A mudança pode afetar preços percebidos por usuários e a competitividade de plataformas internacionais.
Vendedores estrangeiros devem registrar faturamento e coletar o imposto conforme a nova regra da UE. Consumidores podem sentir efeitos de frete e variações no preço final ao concluir transações online.
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