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Varejistas britânicos aguardam impactos das novas taxas da UE sobre o e-commerce

Fim da isenção de tarifas na UE para e-commerce eleva custo de itens abaixo de €150, com sobretaxa de €3 e taxa de €2 por item; varejistas do Reino Unido acompanham impactos

A DHL delivery vehicle in Oslo, Norway, on Tuesday, June 17, 2025.
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  • A partir de 1º de julho, consumidores da União Europeia terão uma sobretaxa de € 3 em itens de comércio eletrônico baratos, em sua maioria vindos da China.
  • Ao mesmo tempo, analistas de varejo do Reino Unido, como a John Jones em Hereford, temem impactos negativos para o setor.
  • A UE encerra a exceção de de minimis, que permitia fluxo isento de tarifas para itens abaixo de € 150.
  • A medida faz parte de uma modernização do regime aduaneiro, com cerca de 6 bilhões de pacotes de e-commerce registrados no ano passado na região.
  • A partir de 1 de novembro, deve entrar em vigor uma cobrança adicional de manuseio de cerca de € 2 por item.

A União Europeia confirmou mudanças no regime de tributação de comércio eletrônico, eliminando a isenção de de minimis para itens de até €150. A partir de 1º de julho, consumidores da UE enfrentarão uma sobretaxa de €3 em itens baratos comprados principalmente na China. A medida impacta também varejistas do Reino Unido, incluindo a loja Hereford John Jones, no centro da Inglaterra.

A mudança faz parte de uma modernização do regime aduaneiro da UE, que registrou quase 6 bilhões de pacotes de comércio eletrônico no ano passado. A partir de 1º de novembro, deverá entrar em vigor uma taxa de manuseio estimada em €2 por item, conforme o novo desenho regulatório.

A expectativa é de que o aumento de custos seja repassado ao consumidor e que haja ajuste de preços e prazos de entrega, conforme novos procedimentos aduaneiros. Pequenas encomendas podem sofrer impactos de tarifas e de encargos adicionais, alterando a dinâmica de compras online.

Impactos para varejistas e consumidores

Varejistas europeus e britânicos avaliam o efeito financeiro dessas mudanças, que reduzem o fluxo de encomendas de baixo valor. Empresas que importam grandes volumes de itens baratos mudam estratégias de estoque e logística para mitigar custos adicionais.

Especialistas apontam que o custo total por envio pode crescer, afetando margens de lucro e práticas de frete. Consumidores podem notar variação nos preços unitários e nos prazos de entrega, especialmente em itens de menor valor procedentes da China.

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