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Bancos fechados e adesão parcial na greve dos vigilantes do DF

Greve dos vigilantes no DF leva bancos a fechar, com adesão parcial; PMDF garante segurança em escolas enquanto negociação persiste

Agências bancárias fecharam por conta da falta de vigilantes - (crédito: João Pedro Zamora/ CB/ DA Press)
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  • Parte dos vigilantes do Distrito Federal aderiu à greve deflagrada na noite de terça-feira, 23 de junho, buscando uma convenção coletiva de trabalho.
  • Nesta quarta-feira, 24 de junho, agências dos bancos Santander, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e BRB estavam fechadas em razão da paralisação.
  • A Polícia Militar do Distrito Federal prestou apoio de segurança em escolas para manter o funcionamento, durante a greve dos vigilantes, com a SEE-DF dizendo não ter registro de prejuízos até o momento.
  • A única proposta considerada favorável foi apresentada pela empresa Brasília Segurança, com 4,26% de reajuste sobre as cláusulas financeiras; o movimento ainda não se estendeu a postos atendidos por outras empresas.
  • Uma nova assembleia está marcada para quinta-feira, 25 de junho, às 17h, no Conic, para avaliar o movimento e definir próximos passos.

Dois a três parágrafos de texto se seguem, sem uso de subtítulos, para apresentar o contexto inicial da greve dos vigilantes no Distrito Federal. A partir de agora, organizo as informações de forma clara e objetiva.

Parte dos vigilantes do Distrito Federal aderiu à greve deflagrada na noite de terça-feira, 23 de junho, durante assembleia do Sindesv-DF. A paralisação afetou o funcionamento de agências dos bancos no Plano Piloto, com queda de atendimento em unidades de Santander, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e BRB. A categoria reivindica a criação de uma convenção coletiva de trabalho para fixar regras, pisos salariais e benefícios.

Segundo o Sindicato dos Vigilantes, a proposta de reajuste de 3,9% apresentada pela classe patronal na última negociação, em 17 de junho, não foi aceita e não houve novas contrapropostas durante a assembleia. A greve, segundo o sindicato, tem alta adesão entre os vigilantes, que afirmam manter o movimento até a conclusão de uma proposta satisfatória.

Impactos no atendimento bancário

O Correio percorreu o Plano Piloto e verificou que diversas agências estavam fechadas nesta quarta-feira, 24 de junho. Os trabalhadores de segurança, que costumam compor a equipe de atendimento, não compareceram às agências sem a presença de vigilantes.

O Sindesv-DF informou que acompanha a mobilização e que a suspensão de atendimento é uma medida de segurança para evitar riscos. Em nota, o Sindicato dos Bancários de Brasília reforçou que apenas agências com vigilantes presentes devem operar.

Educação e segurança

A greve também suscitou questionamentos na educação pública do DF. A diretora da Escola Classe SQS 102 destacou o papel dos vigilantes na proteção de alunos, observando que a Polícia Militar do DF passou a atuar junto às unidades sem vigilantes, enquanto uma profissional da escola manteve a presença do vigilante na unidade. A SEE-DF comunicou que não houve registro de prejuízos no funcionamento das escolas até o momento e que medidas estão sendo avaliadas para manter a continuidade das atividades.

Na frota de transporte, o setor de metrô manteve o serviço funcionando, com trabalhadores alegando necessidade de trabalhar para sustento. A greve está condicionada à decisão da assembleia prevista para quinta-feira, 25 de junho, às 17h, no Conic, para avaliação de novos desdobramentos.

Proposta e apoio político

Entre os pontos considerados pela imprensa, a empresa Brasília Segurança — responsável por serviços para CEB, Caesb e unidades de saúde do DF — apresentou uma proposta de reajuste de 4,26% para todas as cláusulas financeiras, resultando em funcionamento normal nos postos atendidos por essa empresa.

Dentre apoiadores presentes na última assembleia, o deputado distrital Chico Vigilante (PT) manifestou apoio aos vigilantes na defesa de uma proposta decente para a categoria, ressaltando o valor do trabalho de quem atua na segurança privada do DF. Erika Kokay (PT) também participou, destacando a necessidade de tratamento digno aos trabalhadores.

Uma nova assembleia está marcada para quinta-feira, 25 de junho, às 17h, no Conic, para avaliar o movimento e discutir os próximos passos.

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