- A Binance quer permanecer na União Europeia e fará novo esforço para obter permissão de operação no bloco, após a rejeição da licença na Grécia.
- A executiva Gillian Lynch, diretora da Binance para a Europa e o Reino Unido, afirmou que a empresa pode buscar caminhos alternativos se não for pela Grécia.
- Reguladores na Irlanda, Letônia e Grécia teriam resistência à licença, citando preocupações com sanções anteriores por lavagem de dinheiro, estrutura internacional e cultura de tomada de riscos.
- A Binance tem uma semana para conseguir a licença antes que sua autorização atual para operar na UE expire, caso contrário reduzirá ou encerrará operações no bloco.
- Lynch disse que a empresa investiu em conformidade, emprega cerca de 1.500 profissionais de compliance e não há problemas pendentes relacionados ao pedido.
A Binance afirmou que pretende permanecer na União Europeia e vai tentar novamente obter permissão para operar no bloco. A declaração foi feita a Reuters por uma diretora sênior da empresa, após a recusa de uma licença no Canadá? Não, é na Grécia. A recusa ocorreu sob um regime de licenciamento mais rígido, aumentando a pressão sobre a gigante de criptomoedas para manter acesso a milhões de usuários na UE.
A empresa não sabe ao certo por que houve a decisão contrária e afirma que acredita que a Grécia pretendia conceder a licença. A executiva mencionou que a Binance avaliava caminhos alternativos, caso a Grécia não tenha permitido a autorização. Em meio a isso, a Binance busca manter operações na região sem interrupções.
Avanço regulatório e contatos com autoridades
Fontes próximas ao processo disseram à Reuters que a Binance manteve diálogo com reguladores da Irlanda, Letônia e Grécia, tendo encontrado resistência nas três frentes. As autoridades expressaram preocupações sobre penalidades anteriores por lavagem de dinheiro, a complexa estrutura internacional da empresa e uma suposta cultura de risco. Os reguladores não comentaram oficialmente o andamento do caso.
A diretora da Binance para Europa e Reino Unido afirmou que a empresa investiu fortemente em conformidade, com cerca de 1.500 funcionários na área de compliance, e que não havia pendências relacionadas ao pedido. Em meio à disputa regulatória, a empresa permanece na UE apenas até o vencimento de sua autorização atual, o que pode exigir o fechamento de operações caso não haja nova licença.
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