- Andy Burnham, próximo líder esperado do Reino Unido, deve buscar “flexibilidade” nas regras fiscais de gasto e endividamento.
- A informação veio de Richard Leese, aliado de Burnham, em entrevista à Bloomberg Radio nesta quarta-feira.
- Leese sugere que Burnham pode se afastar do caminho seguido pela secretária do Tesouro, Rachel Reeves.
- A ideia é permitir que a economia cresça, evitando que as regras fiscais tornem a governança mais difícil.
- Leese afirma que, sem crescimento, as regras fiscais se tornam mais restritivas para a gestão do país.
Andy Burnham, hoje alinhado entre os nomes próximos a se tornar o próximo premiê britânico, pode buscar maior flexibilidade nas regras fiscais do governo. A informação veio de um aliado de Burnham, que citou a necessidade de adaptar a aplicação das normas de gastos e endividamento para estimular o crescimento econômico.
Quem falou foi Richard Leese, ex-vice-prefeito de Greater Manchester quando Burnham liderava a cidade. Em entrevista à Bloomberg Radio nesta quarta-feira, Leese apontou que a economia em crescimento pode facilitar a forma de cumprir as regras fiscais sem comprometer políticas públicas.
A declaração sugere que Burnham pode se distanciar, ainda que de modo indireto, da direção traçada pela atual secretária do Tesouro, Rachel Reeves. A ideia é utilizar a flexibilidade fiscal como ferramenta para ampliar o desempenho econômico, evitando que as regras se tornem um entrave à governança.
O tema, tratado pela assessoria de Burnham, coloca em foco o equilíbrio entre disciplina orçamentária e estímulo ao crescimento. A fala de Leese reforça a expectativa de debate público sobre como as regras fiscais poderão ser interpretadas caso o novo governo priorize estratégias de crescimento econômico.
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