- Onda de calor em Londres dispara alerta vermelho e causa atrasos no metrô, devido ao superaquecimento de trilhos e à capacidade de ar-condicionado.
- Seminário “Diálogo sobre seguro, clima e meio ambiente” ocorreu em Londres, durante a Semana de Ação Climática, com participação de especialistas, CNSeg e iCS.
- Piera Tortora, da OCDE, afirmou que o calor atual evidencia a necessidade de medidas de financiamento e regulação para enfrentar o aquecimento global.
- Dyogo Oliveira, presidente da CNSeg, enfatizou o papel do setor de seguros na redução de perdas por desastres climáticos e na busca por soluções.
- Os participantes destacaram a importância do seguro como ferramenta de prevenção, mencionando parcerias com cidades como São Paulo e planos para ações na COP31.
Na semana em que Londres registra uma onda de calor com alerta vermelho, especialistas discutem riscos climáticos e seguros. O seminário Diálogo sobre seguro, clima e meio ambiente ocorreu durante a Semana de Ação Climática na capital britânica, reunindo representantes de órgãos públicos e privados.
Piera Tortora, coordenadora da iniciativa Oceano Sustentável para Todos e da OCDE, participou do evento e destacou que o calor extremo amplia a atenção para o aquecimento global. Ela cita medidas prioritárias e ferramentas de financiamento para proteção ambiental e resiliência.
Dyogo Oliveira, presidente da CNSeg, ressaltou o papel do setor de seguros na redução de perdas por desastres climáticos e na promoção de soluções. O evento ocorreu nesta semana e integra a programação paralela à COP de Londres.
Desafios de financiamento e as soluções do seguro
Especialistas enfatizaram as dificuldades de financiar investimentos ambientais e a importância do seguro na prevenção de danos econômicos. Pedro Farme, CEO da Guy Carpenter Brasil, mencionou uma parceria com São Paulo para mapear riscos climáticos.
Amanda Brasil, do Climate Policy Initiative, reforçou que investir em prevenção é essencial. O seguro pode mobilizar recursos, mas não substitui investimentos necessários. O objetivo é fortalecer a adaptação e a resiliência.
Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNSeg, destacou a atuação ampliada do setor nos debates. Maria Netto, da iCS, ressaltou que a integração do setor segurador é relevante para [continuidade do combate à mudança climática].
Dados da CNSeg indicam que o Sul do Brasil tem maior penetração de seguros residenciais, com 17%, acima da média do Sudeste (12%). A organização reforça a importância de ampliar cobertura para ampliar proteção.
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