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Daniella Marques afirma que mulheres são fortes, não vítimas

Daniella Marques integra o núcleo econômico da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, defendendo liberdade econômica e segurança para ampliar apoio feminino

Daniella Marques foi presidente da Caixa de 2022 a 2023. Antes, trabalhou na equipe do ministro Paulo Guedes. É parte do núcleo central da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência
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  • Daniella Marques, ex-presidente da Caixa (2022–2023), integrou o núcleo econômico da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e defende pautas para as mulheres ligadas à liberdade econômica, empreendedorismo e segurança.
  • Ela afirma que as mulheres não são vítimas da sociedade e critica a leniência com agressores, defendendo uma linha de segurança pública mais rígida e proteção às vítimas.
  • Lula lidera as pesquisas, com voto feminino favorable a ele; a favor de Flávio, Daniella propõe colocar a pauta feminina no centro da campanha, enfatizando economia e segurança.
  • Marques entrou na campanha por “senso de missão”, citando atuação anterior no governo e programas voltados a mulheres, como o Caixa para Elas, e disse que voltou para promover transformação econômica.
  • Sobre a crise fiscal, ela defende controle de gastos, reestruturação de ativos (incluindo privatizações) e maior governabilidade, destacando a capacidade de execução de Flávio e do coordenador Rogério Marinho.

Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, integrou o núcleo central da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A profissional, que atua no mercado financeiro e já passou pela equipe de Paulo Guedes, passou a defender pautas voltadas ao eleitorado feminino, com foco em liberdade econômica, empreendedorismo e segurança.

A entrada de Marques na campanha ocorre em meio à disputa pelo voto feminino, considerado decisivo na eleição de 2026. Ela defende que a vida real das mulheres é econômica e que, para avançar, é preciso ampliar a autonomia financeira e reduzir a violência, com políticas que conciliem esses temas.

Para a ex-presidente da Caixa, a pauta feminina não deve se limitar à autonomia econômica. Ela aponta a necessidade de uma postura mais rígida de segurança pública, centrada na proteção das vítimas e na punição de agressores, criticando a soltura de criminosos em audiências de custódia.

Mercado & missão

Marques afirma ter entrado na campanha por um senso de missão, acreditando que as políticas do governo atual atingiram o teto. Ela vê o futuro do país ligado a reformas fiscais, controle de gastos, privatizações e atração de investimentos, para mudar a trajetória da dívida pública.

Ela sustenta que há espaço para uma agenda econômica mais robusta e para ampliar a governabilidade da centro-direita, com foco na execução de reformas e em ampliar a bancada no Senado. O objetivo é mostrar ao empresariado e à população que o caminho atual não é sustentável.

A comentar sobre como convencer o mercado e a Faria Lima, Marques diz que o desafio é mostrar à população que as propostas da chapa podem transformar a vida cotidiana das pessoas, especialmente no que diz respeito ao orçamento pessoal, juros e inflação. A entrevistada reforça que o foco está na mudança real para famílias endividadas.

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