- EUA dizem ter visto cerca de 72 navios passarem pelo Estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, totalizando aproximadamente 20 milhões de barris de petróleo.
- A declaração foi feita pelo secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, durante o Fórum Global de Energia da Reuters, em Nova York.
- Wright afirmou que o Irã não terá mais capacidade de fechar o Estreito de Ormuz, removendo um instrumento de pressão.
- Os preços de referência do petróleo recuaram mais de US$ 3, atingindo o menor nível desde antes do início da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro.
- O fluxo de embarcações pelo estreito vinha sendo reduzido há meses devido ao conflito, impactando o transporte de aproximadamente um quinto do petróleo mundial.
O Estreito de Ormuz teve aproximadamente 72 navios passando nas últimas 24 horas, segundo o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright. Ele afirmou que cerca de 20 milhões de barris de petróleo deixaram o canal estratégico do Golfo Pérsico. A declaração ocorreu durante o Fórum Global de Energia da Reuters, em Nova York, nesta quarta-feira (24).
Wright explicou que os petroleiros continuam a transitar pela rota para exportação e abastecimento do Oriente Médio, após um acordo inicial entre EUA e Irã relacionado ao fim da guerra. Segundo o secretário, o Irã não terá mais capacidade de fechar Ormuz.
A notícia aponta que o fluxo de petróleo pelo estreito vinha sendo reduzido há meses devido a tensões na região, o que interrompia o abastecimento de aproximadamente 1/5 do petróleo mundial. Em reação, os preços de referência recuaram mais de 3% na sessão, atingindo o menor nível desde antes do início do conflito.
Embora o fluxo tenha sido restabelecido, especialistas ressaltam que a operação continua vulnerável a mudanças geopolíticas. As autoridades destacam a importância de monitorar rotas alternativas e os impactos sobre a cadeia global de suprimentos.
Queda de preços e perspectivas de abastecimento
- O recuo nos preços refletiu a percepção de redução de riscos de interrupção no curto prazo.
- Analistas apontam que novas etapas diplomáticas podem influenciar o equilíbrio entre oferta e demanda no Golfo.
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