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Governo lança medidas para economizar R$ 341,6 bi para o setor privado

Agenda Brasil Mais Competitivo reúne 24 projetos em infraestrutura, insumos básicos e ambiente regulatório, visando economia de R$ 341,6 bilhões ao setor privado

“Não ter uma agenda como essa, como política do Estado, custa muito para o país”, afirmou o ministro da Indústria, Márcio Elias Rosa
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  • O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lançou a Agenda Brasil Mais Competitivo, com 24 projetos prioritários para a competitividade da economia brasileira.
  • A previsão é de economia de R$ 341,6 bilhões anuais para o setor produtivo.
  • Os projetos estão organizados em três eixos de atuação: infraestrutura, insumos básicos e ambiente jurídico-regulatório.
  • A agenda amplia a antiga iniciativa de redução do custo Brasil, incluindo temas como melhoria regulatória, transformação digital, inovação e inserção internacional.
  • O ministro da Indústria, Márcio Elias Rosa, e o secretário de Competitividade e Política Regulatória, Pedro Ivo, destacam a modernização do ambiente de negócios e a redução de entraves ao desenvolvimento.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lançou nesta quarta-feira a Agenda Brasil Mais Competitivo, um conjunto de 24 projetos prioritários voltados a fortalecer a competitividade da economia brasileira. A iniciativa busca estimular ganhos de produtividade, inovação e melhoria regulatória.

A expectativa é que as medidas gerem uma economia de cerca de 341,6 bilhões de reais por ano para o setor produtivo, segundo o governo. Os projetos estão organizados em três eixos de atuação: infraestrutura, insumos básicos e ambiente jurídico-regulatório.

A Agenda Brasil Mais Competitivo sucede a Agenda de Redução do Custo Brasil, ampliando sua abrangência para incluir temas como transformação digital, inserção internacional e melhoria do ambiente de negócios. O objetivo é tornar o país mais atrativo para investimentos e acelerar o crescimento.

O ministro da Indústria, Márcio Elias Rosa, afirmou que não ter uma agenda estruturada com esse foco acarreta custos ao país e dificulta a retomada econômica em períodos de recuperação. O governo vê a iniciativa como um passo para reduzir entraves e manter o tema da competitividade em prioridade constante.

A Secretaria de Competitividade e Política Regulatória, liderada por Pedro Ivo, destacou que a nova carteira reúne ações de melhoria do ambiente de negócios, aumento da produtividade e redução de entraves ao desenvolvimento. O objetivo é modernizar o arcabouço regulatório e facilitar investimentos.

Estrutura e impactos esperados

A proposta consolida ações implementadas em diálogo com a sociedade e o setor produtivo, segundo a Secretaria. As medidas visam, de forma integrada, tornar o ambiente regulatório mais eficiente e previsível, promovendo condições estáveis para investir, produzir e competir no Brasil.

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