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Petrobras avalia duplicar produção de fertilizantes no Brasil

Petrobras estuda duplicar produção de fertilizantes no Brasil, com possibilidade de expandir UFN-3 e reduzir importações sob o Plano Nacional de Fertilizantes

O movimento anunciada pela Magda Chambriard está alinhado aos objetivos do Plano Nacional de Fertilizantes, lançado pelo governo federal para ampliar a produção doméstica do produto
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  • A Petrobras estuda duplicar a capacidade de produção de fertilizantes em suas unidades no Brasil, informou a presidente Magda Chambriard nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026.
  • A iniciativa faz parte da estratégia para reduzir a dependência de importações e está alinhada ao Plano Nacional de Fertilizantes, lançado pelo governo para ampliar a produção doméstica.
  • A duplicação incluiria as fábricas Ansa (Araucária Nitrogenados), Fafens (Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados) e a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados 3 (UFN-3), no Centro-Oeste, com estudos de viabilidade em andamento.
  • A UFN-3, iniciada em 2011, teve as obras interrompidas em 2014 e a Petrobras estima entregá-la entre o fim de 2028 e o início de 2029; a localização é considerada um diferencial competitivo.
  • O projeto pode gerar cerca de 4.800 empregos diretos e indiretos entre 2026 e 2028, chegando a até 8.000 vagas com a infraestrutura da obra; hoje o Brasil importa aproximadamente 80% dos fertilizantes consumidos (dados de 2022).

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, a realização de um estudo para duplicar a capacidade de produção de fertilizantes em suas unidades no Brasil. A afirmação foi feita pela presidente Magda Chambriard, durante entrevista a jornalistas em relação aos projetos do segmento.

A iniciativa faz parte da estratégia para reduzir a dependência de importações de fertilizantes, considerados estratégicos para o agronegócio brasileiro. O movimento está alinhado ao Plano Nacional de Fertilizantes, criado pelo governo federal para ampliar a produção doméstica.

A ideia envolve aumentar a capacidade das fábricas Ansa, Fafens e a usina UFN-3, localizada em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. A duplicação depende de estudos de viabilidade técnica e econômica ainda em andamento.

UFN-3, cuja construção começou em 2011 e foi interrompida em 2014, deverá ser entregue entre o fim de 2028 e o início de 2029, segundo a Petrobras. Chambriard destacou a localização do complexo como diferencial competitivo.

O projeto também é justificado pela geração de empregos. Com investimento estimado em cerca de R$ 5 bilhões, a Petrobras projeta cerca de 4.800 empregos diretos e indiretos entre 2026 e 2028, com potencial de chegar a 8.000 vagas incluindo toda a infraestrutura.

O país depende de fertilizantes importados para atender parte da demanda. Dados de 2022 indicaram que aproximadamente 80% do consumo interno era suprido por produtos importados, o que motiva o esforço de ampliação da produção nacional.

Progresso e impactos

A empresa não confirmou prazos definitivos para a conclusão das obras em cada unidade, apenas o cronograma voltado à decisão de viabilidade e aos investimentos. A decisão final sobre a duplicação dependerá dos resultados dos estudos técnicos.

Segundo Magda Chambriard, o plano visa reduzir gargalos na cadeia do agronegócio, garantindo maior previsibilidade de suprimentos. A Petrobras mantém o foco em ampliar a autonomia produtiva no setor de fertilizantes.

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