- O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, condicionou futuros aumentos das taxas de juros à situação da economia, dos preços e das condições financeiras, conforme declaração apresentada pelo vice-presidente Ryozo Himino na quarta-feira, 24.
- Ueda afirmou que avaliará o momento e o ritmo dos aumentos, analisando o impacto do conflito no Oriente Médio na economia e o efeito de preços do petróleo.
- Ele destacou que a inflação subjacente pode superar a meta de 2% devido aos preços elevados do petróleo, o que pode levar a alta de preços de uma gama mais ampla de itens.
- Na projeção dele, o objetivo inflacionário deve ser atingido entre o segundo semestre deste ano fiscal e o próximo.
- As condições financeiras permanecem favoráveis no Japão, mesmo após o recente aumento de juros.
O presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, condicionou futuros aumentos de juros à evolução da economia, dos preços e das condições financeiras. A avaliação foi apresentada nesta quarta-feira pelo vice-presidente Ryozo Himino, durante reunião de comunicação institucional.
Ueda afirmou que analisará o momento e o ritmo dos aumentos, levando em conta o impacto do conflito no Oriente Médio na economia japonesa. Também ponderou que a alta global do petróleo pode impulsionar preços de uma gama maior de itens.
Contexto econômico
A inflação subjacente pode superar a meta de 2% em meio aos preços elevados do petróleo, segundo a leitura de Ueda. Ele indicou que o objetivo inflacionário deve ser atingido entre o segundo semestre deste ano fiscal e o próximo.
As condições financeiras, por sua vez, permanecem favoráveis no Japão, mesmo após o recente aumento de juros. O BoJ mantém vigilância sobre fatores externos e internos que possam pulverizar o cenário monetário.
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