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Taxas do Tesouro Direto caem pelo terceiro dia consecutivo

Terceiro dia de queda nas taxas do Tesouro Direto, com IPCA+ 2032 a 8,40% e prefixados em queda, enquanto petróleo recua e Trump comenta Estreito de Ormuz

Tesouro direto: prefixados e IPCA+ recuam nesta sexta
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  • O Tesouro Direto registrou pela terceira sessão consecutiva queda nas taxas dos títulos públicos nesta quarta-feira, 24 de agosto.
  • O IPCA+ 2032 recuou de 8,47% para 8,40% de juro real ao ano; o 2040 ficou em 7,56% e o 2050 caiu de 7,21% para 7,17%.
  • Os títulos prefixados fecharam a curva pelo terceiro dia: o 2029 caiu de 14,66% para 14,61% e o 2032 de 14,68% para 14,59%.
  • O movimento foi influenciado pela queda de 3% no preço do petróleo no mercado internacional, para US$ 74 o barril, e por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Estreito de Ormuz.
  • A acomodação das taxas também foi apoiada pela queda dos yields dos Treasuries, que ajudou a reduzir a pressão sobre os juros futuros no Brasil.

O Tesouro Direto registrou nesta quarta-feira (24) o terceiro dia consecutivo de queda nas taxas dos títulos públicos, em meio à queda do petróleo no exterior e a declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o Estreito de Ormuz. O petróleo recuou 3% e ficou perto de US$ 74 o barril.

O título indexado à inflação IPCA+ 2032 caiu de 8,47% para 8,40% de juro real ao ano pela manhã. Na terça-feira (23), a taxa já havia ficado em 8,47%. Entre os vencimentos mais longos atrelados à inflação, o 2040 manteve-se em 7,56%, enquanto o 2050 recuou de 7,21% para 7,17%.

Prefixados fecham curva pelo terceiro dia

Os títulos prefixados completaram a terceira sessão de queda na curva de juros. O Tesouro Prefixado 2029 passou de 14,66% para 14,61% de retorno anual pela manhã, e o vencimento 2032 caiu de 14,68% para 14,59%.

O movimento de queda contrasta com a abertura expressiva observada na última semana, quando os prefixados chegaram a subir de forma acentuada, segundo dados do mercado.

Petróleo e Trump aliviam mercado

A redução no preço do petróleo ajudou a acomodar as taxas, contribuindo para o ambiente de menor pressão. Trump afirmou que o Irã não cobrará pedágios no Estreito de Ormuz, passagem estratégica que concentra parte importante do trânsito de petróleo mundial.

A queda nos yields dos Treasuries americanos também colaborou para reduzir a pressão sobre os juros futuros no Brasil, ampliando o viés de baixa para os indexados à inflação e os prefixados, conforme levantamento do Broadcast.

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