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Febraban lança nova taxonomia sustentável após revisão

Febraban deve lançar nova taxonomia sustentável nas próximas semanas, atualizando o modelo de mais de uma década para alinhar-se à taxonomia nacional de 2025

Após revisão, Febraban lançará nova taxonomia sustentável nas próximas semanas — Foto: Nattanan Kanchanaprat / Pixabay
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  • A Febraban anunciará nas próximas semanas uma nova taxonomia sustentável, para atualizar o modelo criado há pouco mais de uma década.
  • O objetivo é adaptar esse modelo à taxonomia nacional, instituída no fim de 2025.
  • A taxonomia classifica atividades, ativos e projetos considerados sustentáveis e busca ampliar o financiamento climático.
  • A adesão é voluntária, mas a ferramenta deve aumentar transparência e facilitar a comparação entre iniciativas.
  • O presidente da Febraban, Isaac Sidney, destacou que riscos climáticos também são riscos financeiros e de crédito, e que a agenda busca mobilizar capital para a transição climática.

A Febraban vai lançar nas próximas semanas uma nova taxonomia sustentável, segundo Amaury Oliva, diretor de sustentabilidade da entidade. O objetivo é atualizar o modelo criado há pouco mais de uma década e alinhá-lo à taxonomia nacional, estabelecida no fim de 2025.

A taxonomia funciona como um sistema de classificação para identificar atividades, ativos e projetos sustentáveis. A adesão é voluntária, mas a ferramenta pode ampliar o financiamento climático ao aumentar a transparência e facilitar a comparação entre iniciativas.

Bancos brasileiros criaram, em 2015, uma taxonomia verde para classificar crédito sob a ótica ambiental. Com o tempo, passaram a considerar também a dimensão climática na metodologia, explicou Oliva em evento organizado pela Febraban, CNSeg e Anbima, em Londres.

Contexto e objetivo

O encontro, em Londres, reuniu representantes do setor financeiro para discutir como a nova taxonomia deverá contribuir para direcionar recursos a projetos com benefícios ambientais efetivos. A ideia é tornar a transição climática mais acelerada e com maior escala de capital.

Enfoque e participantes

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, ressaltou que os riscos climáticos já se traduzem em riscos financeiros e de crédito. A meta é criar condições para mobilizar capital e viabilizar a transição, indo além da percepção de importância da agenda climática.

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