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Salário médio pago pelas empresas avança 0,2% em 2024

Salário médio pago pelas empresas sobe 0,2% em 2024, para R$ 3.932,45, cerca de 2,8 salários mínimos, com massa salarial de R$ 2,8 trilhões.

O Brasil contabilizou, em 31 de dezembro de 2024, 10,6 milhões de empresas e organizações formais ativas, um aumento de 5,8% frente a 2023
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  • Em 2024, o salário médio real pago pelas empresas subiu 0,2% em relação a 2023, de R$ 3.924,04 para R$ 3.932,45, equivalentes a cerca de 2,8 vezes o salário mínimo (R$ 1.621,00).
  • A massa salarial total no país ficou em R$ 2,8 trilhões, com os dados partindo da Pesquisa de Emprego e Salários (Cempre) do IBGE, divulgados em 25 de junho de 2026.
  • As maiores médias salariais ficaram com organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais (R$ 9.678,61), eletricidade e gás (R$ 8.539,07) e atividades financeiras, de seguros e serviços correlatos (R$ 8.430,55); as menores ocorreram em alojamento e alimentação (R$ 2.080,17), atividades administrativas e serviços complementares (R$ 2.392,97) e outras atividades de serviços (R$ 2.656,39).
  • O Brasil registrou 10,6 milhões de empresas ativas em 31 de dezembro de 2024, que ocupavam 68,0 milhões de trabalhadores, dos quais 54,2 milhões eram assalariados; grandes empresas pagam, em média, R$ 4.913,27, contra R$ 2.116,21 em microempresas (até 9 pessoas).
  • Persistem desigualdades: homens ganham, em média, R$ 4.206,00; mulheres, R$ 3.608,04 (diferença de 16,6%); educação superior eleva a média para R$ 7.776,59 frente a R$ 2.742,41 para quem não tem graduação; regionalmente, o Sudeste concentra a maioria de unidades locais e empregos, com DF apresentando o maior salário médio e Alagoas o menor.

O salário médio mensal pago pelas empresas brasileiras subiu 0,2% em 2024, ante 2023, segundo a Cempre do IBGE. O valor passou de R$ 3.924,04 para R$ 3.932,45. Em relação ao salário mínimo, fica em cerca de 2,8 vezes o piso de R$ 1.621,00. A massa salarial totalizou R$ 2,8 trilhões.

Setores com remunerações médias mais altas foram organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais (R$ 9.678,61), eletricidade e gás (R$ 8.539,07) e atividades financeiras, de seguros e serviços correlatos (R$ 8.430,55). Os dados integram a Cempre 2024, divulgados pelo IBGE em 25 de junho de 2026.

Entre os menores salários médios destacam-se alojamento e alimentação (R$ 2.080,17), atividades administrativas e serviços complementares (R$ 2.392,97) e outras atividades de serviços (R$ 2.656,39).

Perfil de empresas e pessoal ocupado

Em 31 de dezembro de 2024, o Brasil contou com 10,6 milhões de entidades formais ativas, 5,8% a mais que em 2023. Essas entidades ocupavam 68,0 milhões de pessoas, das quais 54,2 milhões eram assalariadas.

Apesar de serem poucas em número, as grandes empresas (250+ funcionários) concentraram 69,0% do total de salários e pagaram a média mais alta, R$ 4.913,27. Empresas de menor porte tiveram salário médio de R$ 2.116,21.

Desigualdades no mercado de trabalho

Os dados apontam disparidades persistentes: gênero, escolaridade e região influenciam rendimentos. Homens receberam, em média, R$ 4.206,00, enquanto mulheres tiveram R$ 3.608,04, diferença de 16,6%.

Profissionais com ensino superior possuem média de R$ 7.776,59, quase três vezes os R$ 2.742,41 de quem não tem graduação. Regionalmente, o Sudeste concentra 51,4% das unidades locais e 48,2% do pessoal assalariado no país.

Entre os estados, o Distrito Federal registrou a maior média salarial, equivalente a 4,1 salários mínimos, enquanto Alagoas apresentou a menor, de 2,0 salários mínimos.

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