- Para os EUA, Canadá e México são mercados de exportação indispensáveis, em meio a disputas comerciais, preços baixos de commodities e custos crescentes.
- O produtor de Iowa, Stuart Swanson, afirma que muitos produtores operam com esperança reduzida diante das pressões financeiras.
- O presidente-executivo da CoBank, Tom Halverson, sustenta que acordos comerciais fizeram as exportações norte-americanas para Canadá e México crescerem aproximadamente 600% desde a criação do NAFTA.
- À medida que as negociações começam, os agricultores dão prioridade à previsibilidade e a evitar novas interrupções, em vez de ampliar o acordo.
- O contexto indica uma economia agrícola já frágil buscando estabilidade diante da incerteza comercial.
Foram acertadas relações comerciais com Canadá e México, que hoje aparecem como mercados essenciais para os produtores dos EUA. A sigla USMCA surge como marco para manter a previsibilidade diante de crises de preços, disputas comerciais e custos crescentes.
Produtores como Stu Swanson, de Iowa, relatam que muitos agricultores operam com expectativas minguadas, pressionados por dificuldades financeiras. A pandemia de tensões comerciais ampliou esse cenário de incerteza.
Tom Halverson, CEO da CoBank, afirma que acordos de comércio impulsionaram as exportações americanas para Canadá e México. Segundo ele, desde a criação do NAFTA, as exportações cresceram cerca de 600%.
À medida que as negociações do novo acordo começam, o objetivo dos agricultores não é ampliar o texto, mas manter a estabilidade. Evitar novas interrupções é visto como essencial para a sobrevivência da atual economia agrícola.
Entre na conversa da comunidade