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Dívida pública federal cresce 2,66% em maio

Dívida pública federal chega a R$ 9,032 trilhões em maio, alta de 2,66%, puxada pela DPMFi e juros, com liquidez de R$ 1,21 trilhão

USP/Imagens
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  • A dívida pública federal atingiu R$ 9,032 trilhões em maio, alta de 2,66% em relação a abril.
  • A Dívida Pública Mobiliária Federal interna cresceu 2,72%, encerrando o mês em R$ 8,46 trilhões; emissão líquida de títulos foi de R$ 135,62 bilhões, e a apropriação de juros ficou em R$ 94,17 bilhões.
  • A Dívida Pública Federal externa subiu 1,37% e chegou a R$ 340,9 bilhões (US$ 67,33 bilhões); a parcela mobiliária corresponde a R$ 292,72 bilhões (US$ 57,89 bilhões) e a dívida contratual a R$ 47,77 bilhões (US$ 9,45 bilhões).
  • O prazo médio da dívida recuou de 4,12 para 4,07 anos.
  • O colchão de liquidez da dívida avançou 10,9% no mês, totalizando R$ 1,21 trilhão, suficiente para cobrir vencimentos por 9,14 meses.

A dívida pública federal seguiu em alta em maio, alcançando 9,032 trilhões de reais. O aumento de 2,66% ante abril foi divulgado pelo Tesouro Nacional. O movimento envolve emissões líquidas de títulos e a apropriação de juros, segundo o órgão.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) registrou avanço de 2,72%, fechando maio em 8,46 trilhões de reais. O Tesouro aponta dois fatores principais para o crescimento: emissão líquida de títulos de 135,62 bilhões e juros creditados de 94,17 bilhões.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) também cresceu, com estoque de 340,9 bilhões de reais, alta de 1,37% na comparação mensal. Desse total, 292,72 bilhões correspondem à dívida mobiliária e 47,77 bilhões à dívida contratual.

Emissões e juros impulsionam alta

O relatório mostra que o aumento total reflete, ainda, a atuação do mercado de títulos e o desempenho de juros. O resultado parcial reforça a participação de emissões líquidas no saldo mensal.

Prazo médio recua e liquidez avança

O prazo médio da dívida diminuiu de 4,12 para 4,07 anos entre abril e maio. Paralelamente, o colchão de liquidez subiu 10,9% no mês, para 1,21 trilhão de reais.

Colchão da dívida e vencimentos

Na comparação com maio de 2025, a reserva de caixa da dívida apresentou alta expressiva, de 40,55%. O Tesouro destaca que o montante disponível cobre os próximos 9,14 meses de vencimentos.

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