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Dólar recua para R$ 5,17 e Ibovespa fecha em alta aos 173.307,34 pontos

Dólar recua para R$ 5,168 e Ibovespa fecha em alta aos 173.307,34 pontos, com alta semanal de 2,95% diante de sinais sobre inflação e PIB

O Ibovespa, principal índice da B3, variou quase 3% na semana;
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  • O dólar comercial caiu 0,20% e fechou a R$ 5,168 nesta sexta-feira, variando entre R$ 5,156 (mínima) e R$ 5,188 (máxima) durante o dia.
  • Na semana, o recuo do dólar foi de 0,70%.
  • O Ibovespa fechou em alta de 0,76%, aos 173.307,34 pontos, com intraday entre 171.123,94 e 173.964,44 pontos.
  • A semana teve a divulgação da ata do Copom, do IPCA-15 de junho, da 3ª estimativa do PIB dos EUA e de dados de desemprego, que influenciaram o câmbio e a bolsa.
  • Na próxima semana, o mercado acompanhará indicadores como Resultado do Tesouro Nacional, estatísticas monetárias e fiscais, Novo Caged e Pesquisa Industrial Mensal, que podem orientar a trajetória da inflação, crescimento e juros.

O dólar comercial caiu 0,20% nesta sexta-feira (26.jun.2026) e encerrou o pregão cotado a 5,168 reais. Durante a sessão, a moeda oscilou entre 5,156 e 5,188 reais.

Na semana, o dólar acumula alta de 0,70%. O recuo desta sexta não evita o ganho semanal, registrado diante de sinais de inflação e política monetária local e externa.

O Ibovespa, principal índice da B3, avançou 0,76% e fechou aos 173.307,34 pontos. Durante o pregão, operou entre 171.124 e 173.964 pontos. Ao longo da semana, a bolsa subiu 2,95%.

Dados que influenciaram o pregão

Investidores acompanharam a ata do Copom, além do IPCA-15 de junho e da 3ª estimativa do PIB dos EUA no 1º trimestre. Esses dados ajudaram a calibrar a percepção sobre inflação, atividade econômica e juros.

Também entraram no radar informações sobre desemprego, que funcionam como termômetro do mercado de trabalho, e indicadores que podem sinalizar ajustes na política monetária no Brasil e no exterior.

Olhar para a próxima semana

A agenda inclui o Resultado do Tesouro Nacional, estatísticas monetárias e de crédito, bem como pesquisas industriais. Esses releases podem afetar as expectativas para crescimento, inflação e trajetória daSelic.

Dados de contas públicas, crédito e desempenho da indústria deverão orientar movimentos de câmbio e ações, com especial atenção ao cenário fiscal e à política monetária.

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