- Monark acusa Igor 3K de mentiroso, cobra o cumprimento do contrato e afirma ser o proprietário da marca Flow.
- Ele contesta a versão de Igor sobre a origem do projeto, afirmando que criou o nome Flow e a identidade da empresa, e que Igor tem mérito de 50% da empresa.
- Monark sustenta que o Flow não foi reconstruído do zero, ressaltando que infraestrutura, estúdio, equipe e rede de contatos ficaram com o antigo sócio.
- O apresentador afirma que o contrato previa pagamentos de 50 mil reais mensais, mas, segundo ele, foram pagos apenas 25 mil reais durante anos.
- Igor havia dito ter pago cerca de dois anos e meio, com valores incorporados aos custos da empresa; Monark aponta que a disputa surgiu pela falta de resposta de Igor.
Monark e Igor 3K travam novo capítulo de disputa pública envolvendo o Flow Podcast. Em resposta ao vídeo recente do ex-sócio, Monark criticou Igor, alegou ser o proprietário da marca Flow e cobrou o cumprimento de um contrato entre as partes.
O apresentador afirmou que a versão de Igor sobre a origem do projeto não condiz com a realidade. Segundo Monark, a ideia inicial do canal de unboxing não ocorreu, e a raiz do podcast partiria dele. Ele também disse ter criado a identidade da empresa e o nome Flow.
Monark reconheceu a participação de Igor no crescimento do podcast, mantendo que ambos tiveram méritos iguais. Em defesa, disse que o projeto inteiro já existia antes da saída de Monark em 2022, com estrutura, estúdio e rede de contatos preservados.
Divergências sobre a origem do Flow
Na fala de Monark, o barco do Flow não foi destruído, apenas apresentou falhas. Ele afirmou que Igor herdou uma base estável, não reconstruída do zero, citando ativos como estúdio, equipe e marca.
Pontos sobre o acordo financeiro
A discussão também envolveu o cumprimento do acordo financeiro. Monark sustenta que o contrato previa pagamentos mensais de 50 mil reais, mas teriam sido pagos apenas 25 mil, ao longo de anos. Ele acusa Igor de não cumprir o combinado.
Igor, por sua vez, sustenta ter quitado valores por cerca de dois anos e meio, com parte dos pagamentos incorporados aos custos da empresa e até sacando parte do próprio salário para manter as parcelas. Ele afirma que não houve inadimplência.
Monark encerrou dizendo que não busca destruir a parceria, mas que a obrigação contratual não foi cumprida, mantendo o tom de cobrança.
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