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América Latina amplia participação no debate sobre viagens corporativas

Brasileiro candidato à GBTA aponta ampliar participação da América Latina no conselho, com foco em formação profissional, IA e mercados emergentes

Luiz Moura, cofundador da VOLL
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  • Luiz Moura, brasileiro, é candidato ao conselho global da GBTA e defende ampliar a participação da América Latina nas decisões do setor.
  • Moura é o único fundador de uma agência de viagens corporativas entre os candidatas oficiais e propõe foco em desenvolvimento profissional, IA aplicada e representatividade de mercados emergentes.
  • A prioridade é investir na formação de profissionais da área e em ferramentas que aumentem produtividade, eficiência e valor para as empresas.
  • Na prática, Moura aponta a IA como ganho real para empresas e cita soluções da VOLL, como o VOLL Smart Hub, que gerou economia direta de mais de R$ 3 milhões no primeiro trimestre de 2026.
  • A América Latina, com mais de US$ 50 bilhões anuais em viagens corporativas, precisa de maior visibilidade nos fóruns globais para ampliar diversidade de perspectivas nas decisões da indústria; votação vai até 7 de julho.

A América Latina pode ampliar sua participação na GBTA, associação global de viagens corporativas. Em disputa pela vaga de representantes de fornecedores, o brasileiro Luiz Moura, cofundador e Diretor de Negócios da VOLL, defende voz regional ampliada no board. A eleição ocorre até 7 de julho, com resultados anunciados no início de julho.

Moura destaca três pilares para a atuação da GBTA: desenvolvimento profissional, uso prático da inteligência artificial e representatividade de mercados emergentes. A agenda do candidato visa formar profissionais, aplicar IA de forma mensurável e trazer visões de mercados em transformação para as decisões da entidade.

A plataforma educacional Primeira Classe, criada pela VOLL em parceria com a Alagev, já capacitou 600 profissionais em 10 edições, conforme Moura. O objetivo é ampliar a formação e preparar gestores para os desafios de custos, eficiência e experiência do viajante.

No campo da inteligência artificial, Moura defende a passagem da teoria para aplicações práticas no business travel. Segundo ele, IA já gera ganhos de produtividade e economia, e a meta é disseminar conhecimento para acelerar adoção responsável no setor.

Além da atuação na VOLL, Moura acumula cargos no Conselho de Turismo da FecomércioSP e no Conselho Executivo da Alagev. Com mais de 20 anos de atuação em tecnologia e turismo, ele é apontado como uma das vozes-chave da transformação digital no mercado latino-americano.

A participação da América Latina no debate global é considerada estratégica por Moura, já que o bloco movimenta mais de US$ 50 bilhões anuais em viagens corporativas. O candidato argumenta que soluções latino-americanas, especialmente em IA, podem enriquecer as discussões internacionais.

A votação está aberta apenas a membros da GBTA e segue até 7 de julho. Os eleitos comporão o conselho global da associação, que definirá a próxima fase das políticas e diretrizes do setor.

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