- China Southern anunciou a compra de sete aeronaves cargueiras da Boeing, em negócio com valor de catálogo de pelo menos US$ 3,618 bilhões.
- A encomenda inclui cinco cargueiros B777-8F e dois B777F, com direito da CSA Cargo (China Southern Air Cargo) de adquirir mais três unidades do modelo B777-8F no futuro.
- O preço efetivo pago será inferior ao catálogo devido a descontos; o montante exato permanece confidencial.
- As entregas ocorrerão entre 2027 e 2034, sujeitas à aprovação das autoridades regulatórias da China, com pagamento em dinheiro pelos recursos próprios do grupo.
- A aquisição visa atender ao crescimento do transporte aéreo de cargas, impulsionado pelo comércio eletrônico transfronteiriço e por iniciativas chinesas como a Belt and Road e a Grande Baía, fortalecendo a frota e a competitividade da operação.
A China Southern Airlines anunciou nesta sexta-feira (26) a compra de sete aeronaves cargueiras da Boeing, em um negócio de catálogo de ao menos US$ 3,618 bilhões. A operação foi comunicada à bolsa de Hong Kong e envolve a subsidiária CSA Cargo, conforme o registro regulatório.
A carteira de pedidos inclui cinco cargueiros B777-8F e dois B777F. Além disso, a CSA Cargo terá o direito de adquirir mais três unidades do modelo B777-8F no futuro, conforme acordo celebrado com a fabricante.
O preço efetivo pago será inferior ao valor de catálogo devido aos descontos comerciais concedidos pela Boeing, mas o montante exato permanece confidencial, segundo a empresa. A prática é comum no setor para manter condições de negociação.
O pagamento será feito em dinheiro, com recursos próprios do grupo, em parcelas vinculadas ao cronograma de entregas. As aeronaves serão entregues gradualmente entre 2027 e 2034, sujeitas à aprovação das autoridades regulatórias da China.
A China Southern afirma que a aquisição visa atender ao crescimento esperado do transporte aéreo de cargas, impulsionado pela expansão do comércio eletrônico transfronteiriço e por iniciativas estratégicas chinesas, como a Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e a Belt and Road.
O conselho de administração classificou os termos como justos e razoáveis, ressaltando que a transação ocorre em condições comerciais normais. Pela regulação de listagem de Hong Kong, a operação precisa ser divulgada ao mercado, mas não depende de aprovação de acionistas.
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