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Startup vira guardiã dos arquivos da CBF e mira desafiar gigantes da fotografia

Yapoli assume o CBF Media Center, centralizando ativos da seleção e ampliando visibilidade, com expansão prevista para a América Latina

Laura Coló e Adalberto Generoso, cofundadores da Yapoli: 'A parceria com a CBF nos deu uma visibilidade descomunal e validou nossa solução diante do mercado'
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  • A Yapoli oferece gestão de ativos digitais (DAM) e atende clientes como Havaianas, Globo e CBF, incluindo o CBF Media Center para imprensa global.
  • Em duas semanas após o lançamento, o CBF Media Center registrou mais de 250 mil acessos e cerca de 2 mil cadastros de profissionais de mídia.
  • A empresa foca grandes corporações e já faturou cerca de R$ 10 milhões desde a fundação; a projeção é chegar a aproximadamente R$ 2,5 milhões em receita ainda neste ano.
  • O projeto com a CBF elevou a visibilidade da Yapoli e abriu portas no mercado esportivo, com contratos futuros envolvendo Flamengo, Corinthians e Confederação Brasileira de Voleibol.
  • A Yapoli planeja expansão internacional para a América Latina, já recebendo interesse de Chile e Inglaterra, mantendo como prioridade consolidar a operação no Brasil.

A Yapoli, startup brasileira de gestão de ativos digitais, atende grandes empresas com plataformas que organizam fotos, vídeos e documentos. A empresa atua desde 2018, criou soluções de Digital Asset Management e ganhou escala com clientes como Havaianas, Globo e Record. A recente expansão veio com o envolvimento do CBF Media Center, que centraliza o conteúdo da CBF para a imprensa global.

A plataforma funciona como um cofre digital personalizado. Em vez de depender de e-mails ou links temporários, cada usuário acessa apenas as pastas pertinentes a sua função, com buscas rápidas e filtros eficientes. Hoje, a Yapoli administra mais de 10 milhões de arquivos, incluindo contratos e materiais históricos.

Crescimento impulsionado pelo futebol

O ingresso da Yapoli no futebol começou em 2020, com o Flamengo buscando práticas de gestão digital. A parceria abriu portas para contratos com Corinthians, Confederação Brasileira de Voleibol e, em 2026, com a CBF. O setor esportivo apresenta demandas semelhantes às do varejo, como produção massiva de conteúdo e controle de uso de imagens.

Visibilidade e potencial de mercado

A parceria com a CBF elevou a visibilidade da empresa e validou sua solução no mercado. O CBF Media Center oferece acesso autorizado a veículos de imprensa para conteúdos oficiais da seleção. A exposição deve crescer com eventos de grande calendário, incluindo Copas e Olimpíadas futuras.

Proposta além do armazenamento

Segundo a Yapoli, o foco é ampliar o controle sobre direitos de conteúdo. A plataforma pretende rastrear e gerenciar direitos envolvendo fotógrafos, clubes, patrocinadores e federações, fortalecendo governança e transparência frente a plataformas globais. O objetivo é reduzir dependência de modelos que privilegiam apenas o direito do criador.

Planos de expansão internacional

Apesar de atuar principalmente no Brasil, já há demanda de Chile e Reino Unido. A prioridade atual é consolidar a operação nacional e, em seguida, iniciar a expansão para mercados vizinhos da América Latina, aproveitando a visibilidade no esporte. A empresa planeja entrar em novas frentes conforme o crescimento.

Contexto de mercado e próximos passos

A Yapoli soma faturamento de aproximadamente R$ 10 milhões desde a fundação e estima alcançar cerca de R$ 2,5 milhões neste ano. A direção aponta para uma fase de escala, com foco em ampliar operações e consolidar soluções de gestão de ativos digitais para grandes empresas e federações.

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