- A ANP divulgou a lista de empresas aptas a participar dos leilões de áreas de petróleo marcados para 7 de outubro, incluindo 19 para o ciclo de Oferta Permanente de Partilha (OPP) e 46 para o ciclo de Oferta Permanente de Concessão (OPC).
- Entre as companhias para o leilão por partilha estão Petrobras, Prio Forte S.A, Chevron, Shell, BP, Equinor e QatarEnergy, com 23 blocos disponíveis nas Bacias de Campos e Santos.
- No regime de concessão, disputarão áreas Petrobras, Atem, Eneva e Origem; o edital oferta 38 áreas, com 495 blocos exploratórios e 5 áreas com acumulação marginal em 11 bacias.
- Também na sexta-feira, a ANP aprovou a indicação de 86 blocos exploratórios na Margem Equatorial, que não vão a leilão em outubro, mas podem entrar em futuros ciclos a partir de 2027; 36 ficam na bacia Foz do Amazonas, 25 em Pará-Maranhão e 25 em Barreirinhas.
- Para estar aptas, as áreas aprovadas precisam passar por análise regulatória e ambiental e pelos protocolos dos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente.
A ANP informou na sexta-feira, 26 de junho de 2026, a lista de empresas habilitadas a participar dos leilões de áreas de petróleo marcados para 7 de outubro. Os exercícios envolvem dois regimes: Oferta Permanente de Partilha (OPP) e Oferta Permanente de Concessão (OPC).
No 4º ciclo de OPP, 19 companhias foram habilitadas; no 6º ciclo de OPC, 46 empresas entraram na lista. As relações foram publicadas no Diário Oficial da União. A íntegra está disponível em PDF.
Entre as participantes do leilão de partilha estão Petrobras, Prio Forte S.A, Chevron, Shell, BP, Equinor e QatarEnergy. Serão ofertados 23 blocos nas bacias de Campos e Santos.
Já na disputa por concessões permanentes planeja-se a participação de Petrobras, Atem, Eneva e Origem. O edital prevê 38 áreas, com 495 blocos e 5 áreas com acumulação marginal em 11 bacias sedimentares.
Margem Equatorial
Ainda na sexta-feira, a ANP aprovou a indicação de 86 blocos exploratórios na região da Margem Equatorial. Essas áreas não vão a leilão em outubro, mas podem compor futuros ciclos de oferta permanente, possivelmente a partir de 2027.
Dentre os blocos aprovados, 36 ficam na bacia da Foz do Amazonas, 25 na Pará-Maranhão e 25 em Barreirinhas. Para ficar aptas, as áreas precisam passar por análises regulatórias, ambientais e de protocolos dos ministérios competentes.
As áreas aprovadas ainda devem cumprir etapas de conformidade antes de qualquer inclusão em novos ciclos de oferta. A ANP continua monitorando o processo e mantém a cadência de divulgação prevista para 2027.
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