- As ações da Apple caíram 5% nos últimos dias, após a empresa anunciar reajustes de preços de seus produtos.
- A queda também refletiu um efeito maior no mercado, com a bolsa de chips SOX recuando mais de 5% na sexta-feira.
- A fabricante de Cupertino reabriu a loja e atualizou a lista de preços, citando memórias e outros componentes caros; no Brasil, houve reajuste de itens, incluindo o MacBook Neo.
- O MacBook Neo passou a custar quase R$ 10 mil após o reajuste.
- O movimento gerou alerta entre investidores, ampliando preocupações com inflação global e com reajustes de preços no curto prazo.
A Apple enfrentou forte repercussão após anunciar reajustes de preços em seus produtos, citando custos elevados de memória RAM e componentes. As ações da empresa caíram cerca de 5% nos dias seguintes, ampliando o recuo acumulado.
A movimentação ocorreu na quinta-feira, 25 de junho, quando a Apple derrubou a loja e atualizou valores, inclusive no Brasil. O MacBook Neo recebeu um reajuste, aproximando o preço de quase 10 mil reais.
Na sexta, 26 de junho, o índice de chips SOX recuou mais de 5%, atingindo a maior queda desde março de 2025. Além disso, quedas ocorreram na Europa e na Ásia, com destaque para o mercado sul-coreano.
A medida de reajuste, defendida pela empresa como necessária pela elevação dos custos de memória, gerou dúvidas sobre a inflação global e o impacto nos próximos lançamentos. Tim Cook já havia sinalizado reajustes futuros.
Especialistas veem o movimento como indicador de pressão maior sobre preços no setor de tecnologia. Analistas questionam se os aumentos vão atingir a linha de smartphones, sobretudo diante do anúncio de novos modelos.
O cenário ocorre em meio a rumores de novos produtos, como smartphones premium e um MacBook mais potente, com expectativa de mais de 20 lançamentos até 2027. A companhia ainda não confirmou details oficiais.
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