- O Banco Central não está disposto a levar a inflação ao centro da meta.
- A Selic deve permanecer elevada por bastante tempo.
- O cenário externo aponta juros nos Estados Unidos mais altos e atividade econômica pujante, o que tende a pressionar o real.
- Carlos Eduardo Rocha, fundador da Occam Brasil, diz ter preferência por ações ligadas à inteligência artificial.
O Banco Central não sinaliza que pretende elevar o nível de restrição monetária, mesmo com a inflação mantendo dinâmica ruim. A postura é de manutenção da atual estratégia de política monetária.
Com a expectativa de juros nos EUA mais altos, diante de uma atividade econômica ainda pujante, o cenário externo tende a pressionar o câmbio brasileiro. O real pode seguir mostrando fraqueza diante desse diferencial.
No ambiente doméstico, o mercado acompanha a sinalização de continuidade da curva de juros em patamar elevado por um período. A leitura é de maior cautela para investidores diante da relação de juros e inflação.
Carlos Eduardo Rocha, diretor executivo e sócio-fundador da Occam Brasil, aponta preferência por ativos ligados à história da inteligência artificial. A posição reflete a percepção de oportunidades em IA mesmo com a volatilidade macro.
Rocha explicou que, em renda variável, busca exposição a temas com potencial de longo prazo. A instituição financeira em que atua passa a enfatizar setores de tecnologia e inovação. Foto: Carlos Eduardo Rocha, fundador da Occam.
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