- O Índice de Confiança do Comércio subiu 0,9 ponto em junho, para 85,1 pontos, segundo a FGV.
- Mesmo assim, a confiança do varejo permaneceu em patamar baixo em junho.
- O aumento foi próximo de zero e não compensou recuos anteriores do indicador.
- O empresário do varejo segue cauteloso diante de cenário macroeconômico desafiador, com juros elevados, endividamento familiar alto e inflação pressionada.
- Economista da instituição citou que esses fatores ajudam a explicar o ritmo contido da confiança no varejo.
O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 0,9 ponto em junho, para 85,1 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O avanço, porém, ocorreu em patamar ainda baixo para o varejo.
Empresários do setor continuaram cautelosos diante de um cenário macroeconômico desafiador, com juros elevados, endividamento elevado das famílias e pressão inflacionária potencial. Em junho, a alta do índice não compensou quedas anteriores.
Rodolpho Tobler, economista da FGV responsável pelo indicador, explicou que o ganho próximo de zero não eleva a confiança de forma sustentável, mantendo a percepção de desvantagem em relação ao que seria desejável para o varejo.
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