- Dólar opera estável frente ao real, com alta de 0,06% a R$ 5,17; o DXY caiu 0,10%, aos 101,26 pontos.
- Ibovespa iniciou o pregão em queda de 0,43%, aos 172,5 mil pontos, com volatilidade presente.
- Movimentos são influenciados pela guerra no Oriente Médio e pelas perspectivas de juros no Brasil e nos EUA.
- Preços do petróleo recuam para dentro da faixa pré-conflito, com Brent em US$ 73,18 (alta de 0,80%) e WTI em US$ 69,99 (alta de 1,10%).
- IGP-M de junho caiu 0,50%; Boletim Focus mostra inflação de 2026 em 5,33% e Selic em 14,00%; 2027 em 4,17% e 2028 em 10,50%.
O dólar manteve-se estável frente ao real nesta segunda-feira, 29 de junho, com pequenas oscilações. Às 10h30, a moeda avançava apenas 0,06%, para R$ 5,17. Em comparação com pares de economias desenvolvidas, o índice DXY caía 0,10%, aos 101,26 pontos.
O Ibovespa começou o pregão em queda, mas com volatilidade, recuando 0,43% por volta das 10h30, aos 172,5 mil pontos. Os movimentos são influenciados pela guerra no Oriente Médio e pela perspectiva de juros no Brasil e nos EUA.
Petróleo
O preço do petróleo tem contribuído para a contenção de fluxos de demanda e oferta, ainda que os conflitos provoquem volatilidade. Às 9h40, o Brent subia 0,80%, para US$ 73,18, enquanto o WTI ganhava 1,10%, para US$ 69,99.
Juros e inflação
No Brasil, o foco recai sobre o impacto da inflação e dos juros. O IGP-M de junho caiu 0,50%, ante alta de 0,84% em maio, piorando a leitura esperada pelo mercado. A variação mensal ficou abaixo das projeções.
O Boletim Focus trouxe sinais de estabilização das expectativas de inflação. O IPCA de 2026 ficou em 5,33% pela segunda semana, e a Selic projetada para o fim de 2026 manteve-se em 14,00%.
Para o consenso, a mediana de 2027 subiu levemente, de 4,15% para 4,17%. A projeção para 2028 avançou de 10,25% para 10,50%. O banco ressaltou que há sinais de pausa na deterioração da inflação no curto prazo, mas o cenário permanece sujeito a riscos.
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