- O Banco Central autorizou três registradoras a iniciar, de forma assistida, a produção das duplicatas escriturais, versão digital das duplicatas usadas em vendas a prazo.
- A fase de produção assistida é voluntária e marca a etapa final antes da implementação efetiva do instrumento.
- Empresas de peso, como Petrobras e Stellantis, devem estrear o uso em breve, com a data de início prevista para os primeiros dias de julho.
- A confirmação da data depende de aprovação formal do BC, que ainda não definiu o dia exato.
A autoridade monetária autorizou, na semana passada, três registradoras a iniciarem a fase de produção assistida da duplicata digital. O objetivo é testar a escrituração eletrônica de duplicatas antes da implementação definitiva, em regime voluntário no momento.
Empresas de diferentes setores, entre elas Petrobras e Stellantis, deverão participar desse piloto. O foco é migrar os títulos usados para formalizar vendas e prestações a prazo para o formato digital, com ganhos de segurança e eficiência.
A fase de produção assistida é a etapa final antes da implantação plena. A data de início está prevista para os primeiros dias de julho, porém depende de confirmação do BC. O movimento deve ampliar o engajamento do mercado com o instrumento.
Avanço regulatório
As três registradoras autorizadas atuarão nesse estágio, que é opcional para participantes. O BC acompanha de perto a transição, buscando calibrar regras, padrões de dados e interoperabilidade entre sistemas. A expectativa é de que o piloto ilumine o caminho para adoção ampla.
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