- O uso crescente de IA na indústria de investimentos pode ampliar o efeito manada, em que decisões são guiadas pelo comportamento da maioria.
- Nesse cenário, o fator humano e sistemas proprietários podem ser diferenciais importantes.
- Kate Moore, vice-presidente de investimentos (CIO) da área de wealth management do Citi, comenta o tema.
- Oferecer ofertas mais personalizadas e criativas ganha relevância em um setor em transformação.
- A matéria ressalta que a IA não substitui talento, rede de relacionamentos e capacidade de perceber sinais.
O uso crescente de ferramentas de inteligência artificial (IA) na indústria de investimentos pode intensificar o chamado efeito manada, em que decisões são guiadas pelo comportamento da maioria. A previsão é de que esse fenômeno aumente em cenários de alta adoção de IA.
Quem comenta é Kate Moore, vice-presidente de investimentos (CIO) da área de wealth management do Citi. Ela destaca que o desafio não é apenas automatizar, mas compreender como a IA influencia escolhas de clientes e gestores.
A aposta do Citi, segundo a executiva, envolve manter o foco no que não é replicável pela máquina: o fator humano, a capacidade de perceber sinais e a qualidade das redes de relacionamento. Esses elementos passam a ser diferenciais.
Outra dimensão apontada é a necessidade de ofertar soluções mais personalizadas e criativas. Moore frisa que talentos, estratégias proprietárias e leitura de mercado continuam sendo essenciais num segmento em transformação.
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