- O IGP-M caiu 0,5% em junho, segundo dados do indicador.
- Apesar da queda, o índice acumula alta de 3,16% em doze meses.
- Esse 3,16% será repassado aos contratos de aluguel com vencimento em julho.
- Em junho do ano passado, o IGP-M ficou em queda de 1,67%.
- O IGP-M é utilizado como referência para reajustes de aluguel e de tarifas em serviços.
O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) recuou 0,5% em junho, segundo dados oficiais. Mesmo com a deflação, o índice acumula alta de 3,16% em 12 meses, valor que será repassado aos contratos com vencimento em julho.
A queda interrompe a sequência de altas observadas nos meses anteriores. Em junho do ano passado, o IGP-M registrou queda menor, de 1,67%. O indicador continua sendo a principal referência para reajustes no aluguel no Brasil.
O que é o IGP-M
O índice surgiu no final da década de 1940 para acompanhar o comportamento de preços no país e medir etapas do processo produtivo. Serve como termômetro para empresas, governos e consumidores.
Na prática, o IGP-M é usado como base de reajuste de tarifas e valores no setor imobiliário, incluindo contratos de aluguel, além de servir a setores de serviços e parcerias público-privadas por sua regularidade histórica.
Composição do índice
O cálculo do IGP-M combina três indicadores: IPA representa 60%, IPC corresponde a 30% e INCC fica com 10%, formando uma média ponderada final. Esta estrutura explica a sensibilidade do índice a diferentes segmentos da economia.
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